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Baixo crescimento e inflação ameaçam acesso a alimentos na América Latina

EFE EFE 20/05/2014 EFE Brasil
O acesso aos alimentos na região da América Latina e no Caribe pode ser prejudicado pelo menor crescimento econômico e pela inflação, segundo o Boletim Trimestral de Segurança Alimentaria da Oficina Regional da FAO para a América Latina e o Caribe. © Foto: AP O acesso aos alimentos na região da América Latina e no Caribe pode ser prejudicado pelo menor crescimento econômico e pela inflação, segundo o Boletim Trimestral de Segurança Alimentaria da Oficina Regional da FAO para a América Latina e o Caribe.

Santiago do Chile, 20 mai (EFE).- O acesso aos alimentos na região da América Latina e no Caribe pode ser prejudicado pelo menor crescimento econômico e pela inflação, segundo o Boletim Trimestral de Segurança Alimentaria da Oficina Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, divulgado nesta terça-feira em Santiago do Chile.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) advertiu em seu relatório, que mostra os dados entre entre janeiro e março deste ano, que um crescimento mais baixo que o previsto para 2014, combinado com uma alta nos preços, pode ter 'impactos claros sobre a segurança alimentar'.

Raúl Benítez, representante regional da FAO, destacou que 'é importante que os governos mantenham um olhar atento', porque a redução nos preços internacionais dos produtos voltados à exportação puseram um freio ao crescimento.

O menor ritmo de expansão da economia pode repercutir em um esperado aumento dos níveis de desemprego, o que aos olhos da FAO pode ter um efeito negativo sobre o acesso aos alimentos pelos habitantes da região, uma das quatro dimensões da segurança alimentar.

A mudança nos hábitos alimentícios da população também é motivo de preocupação, pelo receio de que as famílias substituam produtos saudáveis e nutritivos por outros de menor qualidade, mas mais baratos.

Segundo a FAO, o clima não pôs em risco a segurança alimentar neste trimestre e o relatório culpa principalmente a inflação pelo incerto futuro do acesso aos alimentos.

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