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Patty Jenkins: “Devo ganhar o mesmo que um homem”

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 11/10/2017 Da Redação
A diretora Patty Jenkins e a atriz Gal Gadot, durante bastidores do filme ‘Mulher Maravilha’: A diretora Patty Jenkins e a atriz Gal Gadot, durante bastidores do filme 'Mulher Maravilha' © Divulgação A diretora Patty Jenkins e a atriz Gal Gadot, durante bastidores do filme 'Mulher Maravilha'

Além da personagem heroína Mulher-Maravilha, a diretora do filme produzido pela Warner Bros., que já faturou mais de 800 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, também serve de inspiração para a luta feminina. Neste caso, em busca da igualdade de salários em suas carreiras. Patty Jenkins enfrentou uma longa negociação para conseguir ganhar o que receberia um homem com a mesma função que ela, algo entre 7 e 9 milhões de dólares, pela sequência de Mulher-Maravilha (2017).

Em entrevista à revista Variety, a cineasta afirmou que negociar por isso foi quase uma obrigação. “Eu nunca estive mais ciente de um dever do que eu estava nesse acordo”, revelou. “Eu estava extremamente ciente de que eu tinha que me certificar de que estava sendo paga assim como receberia um homem”, completou.

“As mulheres que não estiveram em um sistema que as permitisse ganhar o mesmo salário que os homens não conseguirão receber o mesmo eternamente se as coisas continuarem assim”, comentou Patty. “Você precisa pedir para que isso aconteça, e você tem que pedir quando é a pessoa certa para fazer isso”.

Ao seu lado está também a estrela do longa, Gal Gadot. “Ela definitivamente está preparando o caminho para tantas outras diretoras mulheres”, falou a atriz. “Eu acho que foi muito importante que ela lutasse para obter o melhor negócio. É preciso ir caminhando e conversando”.

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