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60 mulheres self-made mais ricas da América

Logotipo do(a) Forbes Brasil Forbes Brasil 3 dias atrás Luisa Kroll e Kerry A. Dolan*

O patrimônio líquido combinado das 60 mulheres self-made mais ricas da América atingiu em 2018 o recorde de US$ 71 bilhões, 15% a mais do que em 2017. Na quarta edição anual do ranking, a menor fortuna entre as listadas é de US$ 320 milhões, o valor mais alto desde 2015, quando a FORBES começou a rastrear mulheres empreendedoras.

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Outro recorde é a quantidade de bilionárias. Este ano, 24 das 60 mulheres da lista acumulam patrimônio na casa dos bilhões, contra 18 no ranking anterior. Elas ganham ganham dinheiro em tudo, de moda e varejo a biotecnologia, passando por capital de risco.

Sete novatas juntaram-se ao ranking (seis delas da Califórnia), incluindo quatro magnatas dos cosméticos experientes no Instagram. A mais nova é Kylie Jenner, que faz 21 anos em agosto. Na verdade, ela é a pessoa mais jovem a aparecer na lista.

Meia-irmã de Kim Kardashian West, que também está no ranking pela primeira vez, Kylie alavancou suas poderosas mídias sociais (110 milhões de seguidores no Instagram) para construir uma fortuna de US$ 900 milhões em menos de três anos. Isso a faz ter mais do que o dobro da fortuna de sua irmã mais famosa.

A número 1 lista é Diane Hendricks, uma bilionária de Wisconsin proprietária da ABC Supply, um dos maiores distribuidores atacadistas de coberturas, revestimentos e janelas da América. Enquanto a grande maioria dos membros da lista vem da Califórnia - 27 ao todo -, as três primeiras, incluindo Diane, Marian Ilitch, das pizzarias Little Caesars, e Judy Faulkner, da Epic Software, são todas do Centro-Oeste norte-americano.

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Em relação a 2017, sete mulheres ficaram fora da nova lista. Entre as quedas mais notáveis está a de Diane Von Furstenberg, cuja avaliação foi diminuída devido às estimativas mais baixas de vendas, fechamento das lojas e sinais de que o negócio está desacelerando. Já a co-fundadora da marca de bolsas e malas Vera Bradley, Patricia Miller, acumula fortuna superior a do ano passado, porém o aumento não foi suficiente para que ela fizesse parte da lista de 2018, quando o patrimônio líquido mínimo subiu 23%. As ações de Patrícia na Vera Bradley cresceram, mas novamente não o suficiente para mantê-la no ranking deste ano.

Metodologia

Para compilar os patrimônios, foram avaliados os ativos individuais de cada empreendedora, que incluem o valor das participações em empresas de capital aberto com ações precificadas a partir de 22 de junho. As companhias de capital fechado foram avaliadas por meio de consulta com especialistas externos, comparando-as de maneira conservadora às companhias públicas. Para ser elegível para a lista, é obrigatório que as mulheres tenham feito fortuna nos EUA e sejam cidadãs ou residentes permanentes no país. Os números também foram apurados junto às participantes do ranking. Algumas cooperaram, outras não.

Para a lista, a FORBES considerou qualquer pessoa que construiu sua própria fortuna - e não que tenha alcançado seu patrimônio por meio de herança. Por isso, altas executivas de empresas de tecnologia remuneradas ​​por ajudarem no crescimento das companhias tornaram-se integrantes do ranking, mas não as mulheres da segunda geração que dirigem empresas familiares.

Acompanhe, na galeria de fotos abaixo, as 60 mulheres self-made mais ricas e bem-sucedidas da América:

1ª. Diane Hendricks: US$ 4,9 bilhões ABC Supply 60 mulheres self-made mais ricas da América

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