Você está usando um navegador antigo. Por favor, utilize versão suportada para ter acesso às melhores funções do MSN.

Após atingir 79 mil pontos, Bolsa desacelera ganhos; dólar volta ao patamar de R$ 5

Logotipo do(a) Estadão Estadão 26/03/2020 Redação
© Foto: Getty

A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, iniciou as negociações desta quinta-feira, 26, de maneira estável, pendendo para uma leve alta. Mas, com poucos minutos de abertura do mercado, passou a subir de forma relevante. Isso fez com que o patamar de 79 mil pontos fosse atingido nas primeiras horas de pregão. [

ACOMPANHE A COTAÇÃO DO DÓLAR

Porém, o Ibovespa, principa índice do mercado de ações no Brasildesacelerou a alta. Em Nova York, as Bolsas seguem o mesmo ritmo de alta, com o investidor ainda reagindo à aprovação pelo Senado americano do maior pacote de ajuda à economia da história recente, de R$ 2 trilhões. No mercado cambial, o dólar à vista continua em queda, porém voltou a ser cotado acima dos R$ 5. 

 No começo da tarde desta quinta, banco Safra cortou projeção de PIB do Brasil, de -0,3% para -2,8%, e de IPCA, de 2,5% para 2,2%. A instituição projeta déficit primário de R$ 298 bilhões em 2020 e que a dívida bruta/PIB deve superar 80%.

Às 13h31, o Ibovespa subia 3,28% aos 77.411 pontos. O dólar à vista caía 0,43% aos R$ 5,0110. Dow Jones subia 4,51%. S&P500 avançava 4,15%. O DI para janeiro de 2021 exibia 3,45% ante 3,40% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2025 marcava 7,00% ante 7,46% no ajuste de ontem.  

O Ibovespa, na quarta-feira, 25, encerrou em alta de 7,50%, aos 74.955 pontos. Nesta semana, para se ter uma ideia da volatilidade dos mercados por conta das incertezas em relação ao novo coronavírus, causador da covid-19, a Bolsa brasileira chegou a ficar na casa dos 62 mil pontos, o que não acontecia desde julho de 2017. Em janeiro deste ano, vale lembrar, o mercado de ações no Brasil batia recordes positivos, chegando aos 119 mil pontos.

Mercados internacionais

Após dois dias consecutivos de ganhos nos mercados de Ásia Europa, com Bolsas fechando negociações em alta generalizada, os pregões desta quinta-feira, 26, voltam à realidade imposta pelas incertezas em relação ao novo coronavírus, causador da covid-19

Nas últimas semanas, o "sobe e desce" dos índices dos mercados financeiros tem sido bem relevante, ficando nítido na Ásia, Europa e Américas. Na quarta-feira, 25, houve um certo otimismo generalizado, com todos os mercados reagindo positivamente ao acordo fechado entre o governo dos Estados Unidos, comandado por Donald Trump, e o Senado americano, acerca do maior pacote de estímulos da história da maior economia do país, de cerca de US$ 2 trilhões. Nem na crise de 2008 algo tão grande foi feito. Mesmo assim, esse otimismo não durou nem até a aprovação do pacote no Senado, que aconteceu na madrugada desta quinta. O projeto agora segue para a Câmara americana. 

Na Ásia, as Bolsas fecharam em baixa, após acumularem ganhos nos dois pregões anteriores. Na Europa, os índices do velho continente operaram em baixa no começo dos negócios desta quinta-feira, após acumularem ganhos nos dois pregões anteriores em meio a estímulos fiscais planejados pelos EUA e Alemanha em reação ao novo coronavírus. Porém no decorrer do dia passaram a ganhar ritmo, em alta generalizada. / KARLA SPOTORNO, LUCIANA XAVIER, SILVANA ROCHA, SERGIO CALDAS E FELIPE SIQUEIRA 

Mais de Estadão

image beaconimage beaconimage beacon