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Cielo fecha 2020 com liquidez total de R$ 4,2 bi

Logotipo do(a) Forbes Brasil Forbes Brasil 27/01/2021 Redação
Divulgação/Forbes © Fornecido por Forbes Brasil Divulgação/Forbes

A Cielo teve aumento do lucro no quarto trimestre, com o foco no segmento mais lucrativo de pequenos clientes e uma política de redução de custos que compensou os efeitos da queda de clientes e os prolongados efeitos da crise gerada pelo coronavírus. A empresa fechou o ano com liquidez total de R$ 4,2 bilhões, ante R$ 3,2 bilhões em 2019.

A maior empresa de meios de pagamentos do país abriu ontem (27) a temporada de balanços de empresas que fazem parte do Ibovespa, e reportou lucro líquido de R$ 298,2 milhões entre outubro e dezembro, aumento de 34,7% sobre o mesmo período em 2019.

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Em termos consolidados, que consideram resultados de outros acionistas, o lucro foi de R$ 362,8 milhões, alta anual de 26,5%. Foi a primeira alta trimestral do lucro da companhia no comparativo anual em dois anos.

“O volume financeiro de pagamentos processados pela Cielo, de R$ 190,6 bilhões, foi apenas 0,3% superior ao de igual etapa de 2019, e refletiu a crise provocada pela pandemia e pelo foco em segmentos mais rentáveis”, afirmou a companhia.

Nesse contexto, a receita líquida da empresa somou R$ 1,3 bilhão, redução de 1,5% ano a ano, “refletindo o cenário de forte competição, que vem pressionando preços e margens no segmento de varejo”, diz trecho do relatório.

Porém, a Cielo conseguiu reduzir em 13,5% seus gastos totais no comparativo anual, para R$ 1 bilhão. E a ênfase nos segmentos mais rentáveis compensou a queda de 10,8% na base ativa no ano, a 1,4 milhão de clientes, o que a empresa atribuiu à mudança na política de concessão de subsídios para terminais de captura na modalidade de venda, o que impactou principalmente as afiliações no segmento de empreendedores.

Assim, o resultado operacional da Cielo medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 768,2 milhões, aumento de 16% sobre o quarto trimestre de um ano antes, com a margem Ebitda maior em 3,2%, para 25,4%. (com Reuters)

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