Você está usando um navegador antigo. Por favor, utilize versão suportada para ter acesso às melhores funções do MSN.

Preços de imóveis residenciais caem 0,32% no ano até novembro, diz FipeZap

Logotipo do(a) Exame.com Exame.com 5 dias atrás Arena do Pavini
São Paulo: cidade se mantém como a segunda mais cara do país para compra de imóveis, com valor de R$ 8.841 por metro quadrado, em média © Filipe Frazão/Istockphoto São Paulo: cidade se mantém como a segunda mais cara do país para compra de imóveis, com valor de R$ 8.841 por metro quadrado, em média

Baixe o app Microsoft Notícias e fique atualizado sobre as notícias mais importantes para você. Disponível para iOS e Android.

Perto do fechamento do ano, os preços dos imóveis residenciais no país ficaram praticamente estáveis em novembro, acumulando queda no ano de 0,32%, o que, considerando uma inflação pelo IPCA de 3,76%, representa uma perda real de 3,94%. Os cálculos levam em conta o Índice FipeZap – que monitora o comportamento do preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras.

O índice encerrou novembro praticamente estável, com variação de +0,06% em relação a outubro. Segundo o Boletim Focus do Banco Central, a inflação esperada para o mês é de -0,06%, considerando o IPCA do IBGE. No acumulado do ano, o preço dos imóveis recuou 0,32% em termos nominais, o que corresponde a uma queda real de 3,94%, considerando a inflação acumulada de 3.76% no período. Nos últimos 12 meses, o Índice FipeZap aponta recuo nominal de 0,31% no preço médio de venda de imóveis residenciais. Considerando a inflação,o Índice FipeZap acumula queda real de 4,35% nos últimos 12 meses.

Neste mês, 10 das 20 cidades monitoradas pela FipeZap registraram aumento mensal de preço igual ou superior a +0,10%, com as altas mais expressivas observadas em: Curitiba (+1,72%), Florianópolis (+0,65%) e Contagem (+0,53%). Já entre as 5 cidades monitoradas que apresentaram variação nominal do preço anunciado igual ou inferior a -0,10% em novembro, as quedas mais expressivas foram notadas em: Niterói (-0,49%), Recife (-0,34%) e Rio de Janeiro (-0,33%).

No acumulado do ano até novembro, 5 das 20 cidades monitoradas registram queda nominal no preço de venda residencial (igual ou superior a -0,10%), destacando-se: Rio de Janeiro (-3,57%), Niterói (-3,55%) e Fortaleza (-2,04%). Já entre as 12 cidades com aumento de preço igual ou acima de 0,10%, as variações mais expressivas foram registradas em: São Caetano do Sul (+2,31%), Goiânia (+2,11%) e Vitória (+2,01%).

Nos últimos 12 meses, 6 das 20 cidades pesquisadas apresentaram queda nominal no preço inferior a 0,10%, entre as quais vale citar: Rio de Janeiro (3,80%), Niterói (-3,71%) e Fortaleza (-2,05%). Considerando aquelas cidades em que houve aumento nominal do preço médio, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (+3,03%), Vitória (+2,64%) e Goiânia (+2,57%). Todas as cidades monitoradas apresentaram variação de preço inferior à inflação acumulada no período (+4,22%).

Em novembro de 2018, o valor médio de venda dos imóveis residenciais nas 20 cidades monitoradas foi de R$ 7.521/m². Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o m² mais elevado do país (R$ 9.405/m²), seguida por São Paulo (R$ 8.841/m²) e Distrito Federal (R$ 7.787/m²). Já as cidades monitoradas com menor valor médio de venda residencial por m² foram Contagem (R$ 3.537/m²), Goiânia (R$ 4.194/m²) e Vila Velha (R$ 4.702/m²).

Mais de Exame.com

image beaconimage beaconimage beacon