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Queda na Selic aumenta busca por crédito: saiba como aproveitar

Logotipo do(a) Exame.com Exame.com 08/11/2019 Vanessa Daraya, de Abril Branded Content
Baixa na Selic: o momento é mais do que propício para conseguir crédito com taxas saudáveis para o bolso © Peopleimages/iStockphoto Baixa na Selic: o momento é mais do que propício para conseguir crédito com taxas saudáveis para o bolso

Em outubro deste ano, a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) alcançou seu menor patamar histórico. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central a reduziu de 5,5% para 5% ao ano. De 2016 até hoje, a Selic saiu de 14% para 5%. Nesse mesmo período, o juro ao consumidor caiu quase um terço, passando de 74,48% para 52,06% ao ano. Todo esse recuo tem aumentado a busca do consumidor por crédito. Segundo levantamento da Serasa Experian, desde janeiro, o acréscimo no número de pessoas em busca dele foi de 10,3%.

Mas por que a Selic influencia tanto esse mercado? Ela funciona como um teto para os juros pagos entre os bancos, que emprestam dinheiro entre si ou com o governo quando o saldo em caixa fica negativo no fim do dia. Essa taxa também é usada para definir quanto essas instituições cobram em empréstimos para os clientes. Por isso, ela é a principal ferramenta de controle da inflação. Se o governo quer movimentar a economia, ele reduz a taxa. Com juros menores, fica mais fácil conseguir crédito ou fazer um financiamento, o que incentiva o consumo. Se a Selic sobe, os juros ficam altos, os produtos encarecem, o consumo é desestimulado e a inflação cai.

De maneira geral, a taxa influencia o quanto você paga em empréstimos e quanto o dinheiro que você guardou vai render na poupança ou em outros investimentos. Portanto, com a baixa recente na Selic, o momento é mais do que propício para conseguir crédito com taxas saudáveis para o bolso. “A queda na Selic faz com que instituições financeiras diminuam suas taxas de juros, tornando o empréstimo mais acessível para a população”, afirma Sergio Dias, economista e consultor do Sebrae.

Não à toa, dados do Banco Central apontam que a concessão de crédito focada em renegociação de dívidas cresceu 32,9% entre janeiro e agosto deste ano, em comparação ao mesmo período de 2018, e liderou o ranking dos financiamentos aprovados para pessoas físicas. Na vice-liderança, está o crédito consignado, com avanço de 32,5%. “Esse é o momento, inclusive, para renegociar dívidas caras, que tenham juros elevados, tais como rotativo de cartão de crédito e cheque especial”, explica Dias.

Veja o caso da gestora de projetos Cristina Gomes de Oliveira. Após deixar a casa da mãe para morar sozinha, ela se endividou para dar conta de mobiliar o apartamento e entrou no rotativo do cartão de crédito. “Não cheguei a me planejar, quis fazer tudo no curto prazo”, explica. Ao perceber os juros altos e a falta de estabilidade financeira e de uma reserva para lidar com possíveis imprevistos, ela decidiu tomar um empréstimo para trocar as dívidas caras por uma única com condições mais saudáveis e começou a buscar na internet uma opção que oferecesse juros baixos para se reorganizar sem prejudicar a renda mensal.

Foi quando Cristina encontrou a Creditas, principal plataforma de empréstimo com garantia do país. Isso porque, ao colocar um bem como garantia, é possível conseguir condições mais vantajosas, como quantias mais altas de dinheiro que podem ser pagas em longos prazos. Assim, ao refinanciar uma dívida, é possível substituir juros que chegam a quase 13% ao mês por taxas a partir de 1,59%. Foi o que Cristina fez: deixou o carro como garantia à fintech, tomou 15 000 reais de crédito e trocou suas dívidas anteriores por outra, mas com condições que se encaixam no seu orçamento mensal.

“Fiquei com uma única dívida e agora não preciso me preocupar em esquecer de pagar alguma dentre todas as que eu tinha”, diz. Já com as contas organizadas, ela estuda com ajuda de vídeos, livros e podcasts como se planejar financeiramente para não entrar novamente em financiamentos com juros altos. “A educação financeira é fundamental para não se endividar e deixar de cumprir com os acordos”, explica.

Como aproveitar o crédito baixo

Assim como Cristina, muita gente está à procura de crédito com a baixa da Selic. “As pessoas devem buscar essa opção, pois é uma ótima oportunidade de melhorar a situação financeira”, afirma Eduardo Coutinho, coordenador do curso de administração do Ibmec de Belo Horizonte (MG).

Prova disso é que, ainda segundo levantamento do Banco Central, as aprovações de crédito para a compra de veículos cresceram 18,8% entre janeiro e agosto, e os financiamentos imobiliários avançaram 8,8% em comparação ao mesmo período de 2018.

Veja, a seguir, algumas situações em que é possível solicitar um empréstimo para alavancar projetos pessoais, sem deixar o planejamento de lado.

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Caso você tenha dívidas caras no rotativo do cartão de crédito ou no cheque especial, vale buscar um empréstimo com taxas melhores. Ponha na ponta do lápis o saldo devedor de cada dívida, quanto custa cada parcela, o valor dos juros e o prazo para pagar. Depois, procure modalidades de crédito com juros baixos e prazos longos. O empréstimo com garantia de veículo da Creditas, por exemplo, é uma boa opção para tomar o montante total devido, quitar as dívidas anteriores e ficar apenas com uma que não comprometa o orçamento mensal, da mesma maneira como fez Cristina.

Caso você tenha dívidas caras no rotativo do cartão de crédito ou no cheque especial, vale buscar um empréstimo com taxas melhores. Ponha na ponta do lápis o saldo devedor de cada dívida, quanto custa cada parcela, o valor dos juros e o prazo para pagar. Depois, procure modalidades de crédito com juros baixos e prazos longos. O empréstimo com garantia de veículo da Creditas, por exemplo, é uma boa opção para tomar o montante total devido, quitar as dívidas anteriores e ficar apenas com uma que não comprometa o orçamento mensal, da mesma maneira como fez Cristina.
© (skynesheriStockphoto)/iStockphoto

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