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Com governo isolado, PEC do Orçamento passa à frente da Previdência na CCJ

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 6 dias atrás Paloma Rodrigues
Líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (em pé) disse que o presidente Jair Bolsonaro © Pablo Valadares Líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (em pé) disse que o presidente Jair Bolsonaro

No que foi a 2ª derrota do dia para o governo na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, os deputados do colegiado aprovaram a inversão de pauta para que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Orçamento impositivo fosse votada antes da reforma da Previdência.

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, tentou reverter a decisão. Mas, vendo-se derrotado, acabou apoiando a mudança. Foram 50 votos favoráveis à alteração na prioridade da pauta e 5 contrários.

Painel mostra requerimento votado por deputados para inverter a pauta da CCJ © Pablo Valadares Painel mostra requerimento votado por deputados para inverter a pauta da CCJ

A 1ª derrota do governo no dia foi a derrubada de 1 requerimento que pretendia acelerar os trabalhos na comissão. O objetivo dos deputados da base de apoio do governo no Congresso era votar a reforma da Previdência na CCJ nesta semana, mas os atrasos comprometem a possibilidade. O feriado da Páscoa na 6ª feira (19.abr) também atrapalham a possibilidade.

A inversão na pauta já era prevista, dada a articulação dos deputados dos partidos do Centrão.

PSL cede

Esta não foi a 1ª vez que o partido do presidente Bolsonaro cedeu em apoiar 1 projeto na iminência de uma derrota. Durante a votação da PEC do Orçamento no plenário da Câmara, a sigla também declarou apoio à proposta ao prever que seria derrotada.

A PEC foi ao Senado, mas como o texto foi modificado, precisou retornar à Câmara para uma nova análise dos trechos alterados pelos deputados.

O líder do PSL na Casa, Delegado Waldir (GO), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “proporcionou” a votação do Orçamento impositivo “em parceria com o Parlamento”. “Os parlamentares brasileiros deixam de ser escravos, deixam de ir com pires na mão e se tornam independentes”, disse.

A oposição criticou a tentativa de o PSL apoiar a pauta. “Eu não entendo o PSL querer capitalizar algo que fora contra”, disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).


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