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Conselheiros criam abaixo-assinado para Modesto após revelação de comissão astronômica em venda de T. Maia

Logotipo do(a) ESPN ESPN 17/07/2017 Diego Garcia, do ESPN.com.br
Thiago Maia está de saída para o Lille © FERNANDO DANTAS/Gazeta Press Thiago Maia está de saída para o Lille

A informação revelada com exclusividade pela ESPN nesta segunda-feira de que o Santos vai pagar R$ 10 milhões de comissões a empresários na venda de Thiago Maia caiu como uma bomba na Vila Belmiro. Tanto que um grupo de sócios e conselheiros abriu um abaixo assinado contra o presidente Modesto Roma Júnior. 

A iniciativa - clique aqui e acesse - foi aberta na internet ao longo da tarde desta segunda, horas depois da reportagem. Nela, um conselheiro quer explicações sobre "os valores noticiados de comissões a serem pagas a empresários e intermediários na venda do jogador Thiago Maia". Também questiona o valor real pago a essas pessoas e quanto restou aos cofres do clube.

O associado também quer saber quais serão as peças de reposição e porque o clube vendeu os direitos de uma promessa no lugar de outros contestados pela torcida. Em poucos minutos, o abaixo-assinado já contava com mais de 200 assinaturas. O grupo DNA Santista promete protocolar pedido de explicações no Conselho Deliberativo.

Nesta segunda, o ESPN.com.br publicou documentos que comprovam que o Santos vai pagar 18% de comissão nos R$ 51 milhões oriundos da transferêcnia de Thiago Maia ao Lille.

Os R$ 10 milhões de comissão serão divididos entre os empresários Giuliano Bertolucci (13%) e Juan Figer (5%). Como Thiago Maia tem 30%, o Santos vai lucrar, a princípio, apenas R$ 26 milhões, ou 52%.

Desde o começo das negociações de Thiago Maia, o ESPN.com.br vem publicando que o Santos só ficaria com 52% do valor, mas membros da diretoria alvinegra vinham dizendo à imprensa e conselheiros que o clube tinha 70% dos direitos, segundo relatos que chegaram à reportagem.

A ESPN enviou e-mail ao Santos pedindo explicações sobre as informações publicadas acima, mas o clube não se manifestou.

Posteriormente, questionado por jornalistas de outros veículos em grupo de WhatsApp da imprensa que cobre o time, o time da Baixada respondeu: "O clube não se manifesta sobre questões contratuais e cláusulas de confiabilidade. Tudo está nos balanços internos do clube".

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