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Metade no Pacaembu, mando de campo no interior e voto à distancia: ideias do possível presidente do Santos

Logotipo do(a) ESPNESPN 14/09/2018
Placar eletrônico do Pacaembu © Rafael Valente Placar eletrônico do Pacaembu

Em coletiva sobre a atual conturbada situação do Santos FC, Orlando Rollo, vice presidente do clube, respondeu perguntas sobre a relação entre as cidades de São Paulo e Santos com o time de futebol.

Apesar de garantir que não tem nenhum interesse com o impeachment de Peres e não tem apego ao poder, Rollo se posicionou quando questionado sobre o que faria em relação à divisão dos mandos de campo caso seja presidente.

“Caso assuma, manterei essa média de 50/50 (metade dos jogos na Vila Belmiro, metade no Pacaembu) e quero eventualmente manter alguns jogos no interior”

Orlando logo criticou o presidente Peres, que não cumpriu a promessa de dividir igualmente os mandos entre São Paulo é Santos. Além disso, defendeu partidas no interior e revelou que isso esteve muito perto de acontecer neste ano.

“Quando Santos e Luverdense iam se enfrentar na Copa do Brasil, alertei o Peres. :Na Vila vamos ter pouco público e no Pacaembu não dava pois um adversário ia jogar na capital no mesmo o dia.' Falei para ele, ‘Vamos levar o jogo para o interior, prestigiar nossa torcida. São José dos Campos, São José do Rio Preto, Araraquara, Ribeirão Preto.’ Fiz um estudo, estava tudo certo para São José dos Campos. Peres me ligou de madrugada e disse que o jogo tinha que ser na Vila. Defendo que o Santos jogue no interior e na capital.”

Na partida em questão, o Santos venceu o Luverdense por 5 a 1 para 3.590 torcedores presentes na Vila Belmiro.

Também falando sobre São Paulo e Santos, Rollo foi questionado pela reportagem sua posição sobre ter urnas na sub-sede paulistana para a votação decisiva do dia 29, que traçará o futuro do Santos e do presidente Peres, que pode ser impedido de seguir no mandato.

“Queria até que o voto fosse feito a distância. Não só em São Paulo, não só em Santos. Todos os santistas deveriam poder votar sobre o futuro do clube.”

O presidente Peres também defende que sejam contabilizados votos em São Paulo, mas até o momento da publicação, serão apenas contabilizados votos presenciais em Santos.

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