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Alugada, vizinha de Roland Garros, barata e hooligans: conheça a nova casa de Neymar

Logotipo do(a) ESPN ESPN 20/08/2017 ESPN.com.br

Vista área do Parque dos Príncipes, que fica perto do complexo de quadras que recebe Roland Garros

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© Reprodução
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Neymar irá jogar no Parque dos Príncipes pela primeira vez como jogador do Paris Saint-Germain. Depois de ter somado um gol, uma assistência e o prêmio de melhor em campo em sua estreia contra o Guingamp, o brasileiro irá defender o time parisiense contra o Toulouse, neste domingo, às 16h (de Brasília), com transmissão da ESPN e WatchESPN.

A nova casa de Neymar, na verdade, não pertence ao PSG, já que o estádio pertence à cidade de Paris e teve a concessão renovada por 30 anos em 2013. Na época, houve a especulação de que o clube poderia construir um local para receber suas partidas.


Apesar do glamour da cidade e do milionário clube, isso não significa ingressos caros para os torcedores. Para ver partidas pelo Campeonato Francês, a entrada mais barata é de 30 euros, quase a metade dos 54 euros do Barcelona no Campeonato Espanhol, por exemplo.

Além disso, a região onde o PSG joga respira esporte. Isso porque o complexo de quadras em que ocorre Roland Garros fica a apenas 1,1km do estádio – ou uma caminha de cerca de 15 minutos.

O local também conta com uma história envolvendo o hooliganismo. Em seus primeiros anos, o clube fundado em 1970 destinou preços mais acessíveis para os ‘Boulogne Boys’, uma torcida composta por jovens, conforme conta matéria do site The18 de fevereiro de 2016.

A ideia funcionou e houve o estabelecimento da cultura dos ultras, me meio ao auge dos hooligans na Inglaterra. Na década de 80, o Kop de Boulogne ficou conhecido pela sua posição de extrema direita e pelo violênica contra torcedores rivais e do próprio PSG.

Conforme conta o site The18, ao longo dos anos, surgiu uma influência para acabar com o domínio dos 'kobistes', que foi o caso do Auteuil. Um conflito entre os ultras das diferentes facções acabou com a morte do kobiste Yann Lorence em 2010. O episódio culminou no banimento de sete torcedores do Parque dos Príncipes.

Desde a compra do clube por parte da Qatar Sports Investments, houve um trabalho voltado para afastar ainda mais essa cultura de ultras do local. As torcidas organizadas do clube chegaram a ser extintas, mas acabaram readmitidas. Mas sem nada dos Boulogne Boys – ao menos oficialmente.

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