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Rodrigo Caio tenta reagir em clássico que originou inferno astral

Logotipo do(a) Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva 5 dias atrás Gazeta Esportiva
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Revelado nas categorias de base do clube, querido por diretoria, comissão técnica e elenco, Rodrigo Caio vive seu primeiro inferno astral no São Paulo. Tudo começou no clássico contra o Corinthians, no último domingo, no Morumbi, onde o zagueiro livrou Jô de levar cartão amarelo e ser suspenso para o jogo de volta pelas semifinais do Campeonato Paulista.

Ao admitir que fora ele quem atingiu Renan Ribeiro, e não o atacante corintiano, o camisa 3 do Tricolor dividiu opiniões dentro do próprio elenco. Embora louvem publicamente o fair play do defensor, os jogadores admitem que provavelmente não tomariam a mesma atitude, como foram os casos de Maicon e Jucilei. Já o próprio Rodrigo Caio considera que fez “o que tinha de ser feito”.

Passados três dias da polêmica, o atleta foi pivô de outro caso negativo para o clube. Como raramente acontece, cometeu um erro técnico ao tentar cortar lançamento e fez a falta que originou o gol do Cruzeiro, na última quarta-feira, no Mineirão. O São Paulo venceu a partida por 2 a 1, mas o resultado não foi suficiente para o time se classificar às oitavas de final da Copa do Brasil.

Apesar do rótulo de vilão da semana, Rodrigo Caio será mantido como titular e poderá se reabilitar exatamente no clássico que originou o seu inferno astral. Neste domingo, a partir das 16 horas (de Brasília), o time do Morumbi irá a Itaquera para tentar vencer o Corinthians por três gols de diferença e avançar à final do Paulistão.

Na reapresentação tricolor, na última quinta-feira, o zagueiro campeão olímpico fez questão de acompanhar o treino dos reservas, após realizar um trabalho regenerativo na piscina do CCT da Barra Funda. No campo, conversou com o auxiliar Pintado por alguns minutos e assistiu atentamente à movimentação de seus companheiros, sem esconder o semblante abatido.

Escolhido para conceder entrevista coletiva no dia, o atacante Morato externou o apoio ao defensor: “Estou aqui há dez dias. Pelo pouco tempo que tenho com o grupo, ele aparenta ser tranquilo, bem relacionado e bem influenciado pela família. Acho que se foi polêmica tem a ver com o que ele é. Se ele teve a atitude dele, tem mais a ver com a índole dele do que com qualquer situação”.

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