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Fifa não registra nenhum teste positivo para doping durante Copa do Mundo 2018

Logotipo do(a) Reuters Reuters 12/07/2018 Por Mitch Phillips

Não houve nenhum resultado positivo entre mais de 3 mil testes de doping realizados antes e durante a Copa do Mundo, disse a Fifa nesta quinta-feira.

A Fifa reuniu 2.761 amostras antes do início da competição e outras 626 durante o torneio, incluindo 108 recolhidas em dias sem jogos, como parte do maior programa de testes já realizado em uma Copa do Mundo.

"Os testes regulares foram complementados pela Fifa pelo uso do programa de passaporte biológico dos atletas no sistema Adams da Wada, sob o qual todos os resultados de testes, incluindo aqueles de confederações e organizações nacionais antidoping, são reunidos no passaporte do atleta no Adams, que possui um módulo hematológico (pelo sangue) e um módulo esteroidal (pela urina), disse a Fifa em nota.

"A unidade de gerenciamento do Passaporte do Atleta da Fifa, composta por especialistas independentes, revisa os dados de jogadores para detectar possíveis desvios que possam indicar um abuso de substâncias que aumentam o desempenho. Isso se aplica a todos os jogadores participantes da Copa do Mundo da Fifa."

Para o torneio deste ano, todo jogador participante foi testado em controles sem aviso prévio antes da competição e testes adicionais sistemáticos foram realizados durante o campeonato, tanto em controles pós-jogos quanto em dias sem jogos.

Cerca de 90 por cento de todos os testes foram escolhidos propositalmente, com base em uma série de critérios, incluindo as recomendações da unidade de gerenciamento do Passaporte de Atleta, possíveis lesões sofridas pelos jogadores, dados de performance e histórico de testes do atleta.

Salah deixa campo com representante de controle de doping na Copa do Mundo © REUTERS/Michael Dalder Salah deixa campo com representante de controle de doping na Copa do Mundo

Em média, cada jogador dos quatro times restantes foi testado 4,41 vezes desde janeiro, com alguns testados oito vezes.

Houve uma descoberta analítica negativa, mas o atleta tinha uma isenção para uso terapêutico da substância detectada.

Também houve outras três descobertas anormais. Essas ocorrem quando uma amostra requer investigação adicional pela Unidade Antidoping da Fifa após a determinação de uma descoberta analítica negativa.

Todas as amostras serão armazenadas por 10 anos e ficarão disponíveis para possíveis re-testes no futuro.

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