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Sabella, Pochettino e até Guardiola: sem ditador, "democracia argentina" expõe racha sobre novo técnico da seleção

Logotipo do(a) ESPNESPN 26/07/2018 ESPN.com.br
Sabella, Guardiola e Pochettino são os mais cotados para assumir a seleção argentina de futebol © Getty Images Sabella, Guardiola e Pochettino são os mais cotados para assumir a seleção argentina de futebol

A última decisão de Julio Grondona, ex-presidente da Federação Argentina de Futebol, no poder do futebol por lá foi a substituição de Alejandro Sabella, que queria sair do comando da seleção, por Tata Martino. Ao morrer, o estilo da federação foi embora junto, e desde então, uma nova maneira de comandar a casa surgiu.

Claudio Tapia assumiu a presidência, mas nada totalitário. Daniel Angelici se tornou forte no novo comando da federação, e as decisões começaram a ser "divididas".

Após a saída de Jorge Sampaoli do comando da equipe nacional, Tapia e Angelici parecem ter sua primeira grande divergência - que pode definir o futuro da seleção. Claudio insiste em Pochettino, Daniel quer a volta de Sabella (técnico na Copa de 2014) e até ligou para Guardiola. Restam duas dúvidas por lá: quem será o novo técnico e quem o elegerá?

Seria loucura pensar em Guardiola? Houve uma ligação, e eles não ouviram um não. Pep nunca escondeu sua vontade de treinar Brasil ou Argentina, mas é difícil acreditar que saia de Manchester agora. Na AFA, acredita-se que que é possível montar uma engenharia financeira para realizar o sonho. Enquanto não há recusa, Tapia segue sonhando em trazer o maior comandante de Messi para ajudá-lo na seleção.

O favorito de Tapia, Pochettino, está confortável em Londres, dirigindo o Tottenham, e tem contrato até 2023 e sua família está feliz por lá. Sabella é o queridinho de Angelici, e não descarta reassumir o desafio após acabar como vice-campeão no Maracanã em 2014.

Há quem ache que não é necessário confirmar um grande nome no momento, considerando que em setembro a seleção encara Colômbia e Guatemala em data FIFA, ambos nos Estados Unidos. "Não jogamos nada importante. Por que não esperar um pouco para decidir? Por que se apressar para escolher?", disseram ao Clarín.

De tal modo, não se descarta que Jorge Burruchaga, atual treinador - que hoje se parece uma figura decorativa - dirija a equipe nos amistosos.

A próxima reunião do Comitê Executivo será na quinta-feira dia 2 de agosto. O primeiro passo será indicar um novo coordenador para as categorias de base. Pablo Aimar e Diego Placente devem seguir comandando a seleção sub-17 e sub-15.

José Pekerman, treinador da Colômbia desde 2012, pode assumir a coordenação da base. Outra opção é Hugo Tocalli, braço direito da época mais vitoriosa da Argentina nos juniores, entre 1995 e 2007. Entretanto, ambos nomes não são esquecidos quando o assunto é a seleção principal.

Após baterem o martelo sobre as categorias de base, todos os olhos estarão focados em decidir o novo comandante de Messi e companhia.

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