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Vôlei: Seleção Brasileira tem debandada de jogadoras em ano pré-olímpico

Logotipo do(a) ESPN ESPN 22/04/2019 espnW.com.br
© Wander Roberto/Inovafoto/CBV

O ano começou conturbado para o técnico da Seleção Feminina de Vôlei, José Roberto Guimarães. Desde a primeira convocação, anunciada no dia 18 de abril, três jogadoras da lista pediram dispensa da equipe.

A debandada começou antes mesmo da divulgação das convocadas. No dia 8, a central Adenízia avisou em seu perfil no Instagram que se afastaria para dedicar mais tempo à família.

Poucas horas depois do anúncio de Zé Roberto, Thaisa também usou o Instagram para avisar que estava fora. Embora o nome do atleta não estivesse na lista, ela fez questão de falar para os seguidores que havia pedido ao técnico para não ser convocada.

Diferentemente de Adenizia, que deixou no ar uma possibilidade de retorno, a bicampeã olímpica afirmou que seu ciclo na seleção está definitivamente encerrado.

Logo depois de Thaisa foi a vez de Camila Brait anunciar, também pela rede social, que não vai defender o Brasil nas próximas competições. O nome da líbero do Vôlei Osasco-Audax aparecia na lista, mas ela pediu ao treinador para ser dispensada.

"Conversei com Zé, falamos de decisões, escolhas e eu pedi um tempo pra entender como seriam essas possíveis mudanças na minha vida atual, então, não me junto ao grupo. Agora é tempo de pensar com calma, mas estou honrada em saber que as portas estão abertas pra mim", escreveu Brait.

A desistência de outra líbero, Tássia, veio 3 dias depois da convocação. Assim como as ex-companheiras de Seleção Brasileira, ela usou o Instagram para comunicar a decisão. O motivo alegado pela jogadora do Sesi-Bauru foi um problema de saúde na família.

“Fico extremamente feliz de ver meu trabalho sendo valorizado mesmo sabendo que tenho muito a crescer. Infelizmente não vou poder estar junto ao grupo por motivo de saúde familiar. Conversei com o Zé Roberto, agradeci imensamente essa oportunidade, mas nesse momento preciso estar com minha família”, escreveu.

Quando o cenário parecia definido, Zé Roberto foi surpreendido com outro pedido de dispensa. Nesta segunda, dia 22, a levantadora Dani Lins decidiu entrar para o grupo das dissidentes. Assim como as outras, ela escolheu a rede social para explicar a decisão aos seguidores.

No post, que começa em tom de pedido de desculpas, a jogadora do Hinode Barueri diz que precisa “cuidar do corpo”, já que sentiu muitas dores na temporada passada.

Questionada sobre o impacto da saída das jogadoras no planejamento de Zé Roberto Guimarães para as Olimpíadas, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) respondeu:

“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e o treinador José Roberto Guimarães seguem com o planejamento para os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020. A CBV respeita os pedidos de dispensas e afastamento das atletas citadas. Nesta segunda-feira, a seleção feminina começou normalmente os treinamentos em Saquarema visando as competições da temporada.”

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