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Celular para crianças: os cuidados que você deve ter ao dar um aparelho aos pequenos

Logotipo do(a) Alto Astral Alto Astral 6 dias atrás Flávia Magalhães
grupo de crianças mexendo no celular: AAT001-P001-283595-1-m-Shutterstock_Images © Fique atenta ao que os pequenos fazem com a tecnologia! | Foto: Shutterstock AAT001-P001-283595-1-m-Shutterstock_Images

A internet é uma ótima aliada para crianças e jovens, abrindo portas para o conhecimento, entretenimento e até socialização. Mas ela pode ser uma ferramenta perigosa aos filhos quando utilizada sem certas precauções. Bruno Prado, especialista em segurança na internet, indica os perigos do mundo virtual e os cuidados que devem ser tomados ao entregar um celular para crianças.

Cyberbullying

O bullying, violência em forma de “brincadeira” na escolas, é um problema antigo pelo qual muitos jovens passam e que podem gerar diversas consequências no desenvolvimento da personalidade do indivíduo. “Na era moderna, o bullying ganhou uma nova roupagem e transcendeu o horário das aulas. As humilhações chegaram às redes sociais, causando um sofrimento interminável à vítima”, salienta Prado.

Como evitar: Nesses casos, os pais devem ficar atentos a possíveis mudanças de comportamento dos filhos e estabelecer um diálogo para o acompanhamento psicológico.

Superexposição

Todo mundo compartilha suas experiências nas redes sociais, indica os locais que costumam frequentar e posta fotos em momentos de lazer e até de intimidade. Ao dar um celular para crianças, fique alerta: “Essas informações são vestígios que ajudam qualquer desconhecido a identificar facilmente onde o jovem estuda e passeia, sua classe social e quem são seus parentes. Assim, fica muito mais fácil de se tornar um alvo de crimes”, salienta o especialista.

Como evitar: configure as permissões dos aplicativos para definir quem pode visualizar as postagens. Uma conversa também é válida para apresentar os riscos da superexposição e orientar o que pode ou não ser compartilhado.

Conteúdos impróprios

“Conversas e grupos em aplicativos de mensagens instantâneas são um meio eficiente para conversas com familiares e amigos, compartilhamento de imagens e vídeos de piadas, por exemplo. Ao mesmo tempo, alguns conteúdos podem ser ofensivos e/ou impróprios para as crianças”, ressalta Prado.

Como evitar: autorize a utilização desses aplicativos somente após uma idade mais avançada.

Criminosos virtuais

As redes sociais são ótimas para conhecer pessoas com as mesmas afinidades e fazer novos amigos, mas também há o risco de encontrar gente mal intencionada. “Esses criminosos procuram se aproximar das vítimas até ganhar a confiança para organizar um encontro no mundo real, o que é uma armadilha para diversos golpes. Muitas vezes, as crianças dão abertura aos estranhos em busca de uma atenção que não recebem em casa”, comenta o especialista.

Como evitar: a proximidade e o diálogo com os filhos são fundamentais para prevenir sobre os riscos e saber com quem eles estão conversando.

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