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Engravidar tomando pílula anticoncepcional ou de emergência: aconteceu com 3 famosas

Logotipo do(a) Vix Vix 04/09/2019
Fábio Rocha/Globo © Fábio Rocha/Globo Fábio Rocha/Globo

O curto período em que a cantora Marília Mendonça suspendeu o uso da pílula anticoncepcional para fazer cirurgia plástica foi o suficiente para engravidar de seu primeiro filho.

A notícia foi festejada pela artista, mas deixou muitas mulheres preocupadas quanto a possíveis falhas dos contraceptivos orais. Quer dizer que eu posso engravidar mesmo tomando pílula?

Marília não foi a primeira famosa a passar por uma situação dessas: também aconteceu com a cantora Karol Conka e a atriz Bruna Hamú. Relembre cada caso a seguir e tire suas dúvidas.

Marília Mendonça engravidou na pausa da pílula

Thiago Duran / AgNews © Thiago Duran / AgNews Thiago Duran / AgNews

“Foi um leve 'vacilo', mas se eu soubesse que me traria tamanha felicidade adoraria ser chamada de 'vacilona' em tempo integral", brincou a cantora sertaneja em nota à imprensa para comunicar que espera um filho com o cantor e compositor Murilo Huff.

Marília descobriu que estava grávida através de um teste de farmácia, e depois confirmou com um exame de sangue. Ela parou de tomar a pílula por orientação médica, para realizar procedimentos estéticos.

A cantora não deu detalhes sobre quanto tempo ficou sem tomar anticoncepcional, mas atribuiu o "vacilo" a um descuido entre o momento em que parou e voltou a usá-lo. Seu caso serve para mostrar que é possível, sim, engravidar logo após parar de tomar a pílula.

Como explica o ginecologista Rogério Fenile, geralmente leva entre um e seis meses para o ovário retomar a sua função normal após parar de tomar pílula. Mas esse tempo varia de acordo com a mulher e a composição do medicamento. Se a pausa foi feita antes do próximo período fértil, existe a chance de produzir óvulos no mesmo mês em que ocorreu a interrupção.

Bruna Hamú engravidou usando anticoncepcional

Mauricio Fidalgo/TV Globo © Mauricio Fidalgo/TV Globo Mauricio Fidalgo/TV Globo

Em 2016, a atriz revelou que foi pega de surpresa ao saber que estava grávida, porque usava pílula anticoncepcional por mais de dez anos seguidos, mas talvez tenha se esquecido de tomar um dia ou outro.

Neste caso, a eficácia do contraceptivo pode ter sido afetada pelo fato de que ela pulou um dia ou mais da cartelinha. De acordo com o ginecologista Renato de Oliveira, a chance de uma mulher engravidar tomando anticoncepcional é de uma em 1.000.

Mas, no caso de uso irregular da pílula, as chances de gravidez aumentam para 60 a 80 gestações a cada 1.000 mulheres. Outro fator que pode cortar o efeito do anticoncepcional é a interação com outros medicamentos, como certos antibióticos.

Segundo o médico, quando a mulher esquecer de tomar a pílula e só lembrar no dia seguinte, pode tomar os dois comprimidos juntos - a proteção não será a mesma, mas as chances de engravidar são bem menores.

Karol Conka engravidou usando pílula de emergência

Globo/Divulgação © Globo/Divulgação Globo/Divulgação

No caso da cantora Karol Conka, o contraceptivo usado foi a pílula de emergência, cuja eficácia é normalmente menor que a de outros métodos anticoncepcionais: na média, as chances de falhar são de 25%.

Quando Karol tinha 19 anos, ficou grávida de seu filho Jorge Conka mesmo após usar o contraceptivo de emergência - que, ao contrário do que muitos pensam, não é abortivo. Se a gravidez já tiver acontecido, ele não faz nenhum efeito.

Quanto mais tempo a mulher demora para usar a pílula, menor será sua eficácia. Depois do terceiro dia após a relação sexual, nem adianta mais. Além disso, se a mulher vomitar após ingerir o comprimido, precisa tomar de novo.

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