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Em show de Chico Buarque, ‘Homenagem ao Malandro’ vira Fora Temer

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 12/03/2018 Maria Carolina Maia
Michel temer e Chico Buarque © Dedoc Michel temer e Chico Buarque

Chico Buarque terminava Homenagem ao Malandro, o clássico de versos como “Agora já não é normal, o que dá de malandro / Regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial / Malandro candidato a malandro federal / Malandro com retrato na coluna social / Malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal”, quando gritos de “Fora Temer” começaram a despontar na plateia do Tom Brasil, onde fez show na noite deste domingo, em São Paulo.

Chico ainda tentou seguir com a apresentação, dedilhando no violão os acordes de Palavra de Mulher, outra canção do musical Ópera do Malandro, mas o coro espontâneo do público foi tão forte que, antes que conseguisse entoar a letra, se viu obrigado a parar e esperar a manifestação acabar. Apesar de suas conhecidas posições, o compositor evitou o tom político no palco. Calado, se limitou a bater palmas breves para o público, antes de retomar o show.

A apresentação fez parte da turnê Caravanas, que leva o nome do disco lançado por Chico Buarque em 2017, pela Biscoito Fino. Além de faixas do novo álbum, como o carro-chefe Tua Cantiga e Massarandupió, parceria com o neto Chico Brown, o espetáculo conta com clássicos como A História de Lily Braun, Mambembe e Partido Alto.

Depois de duas semanas em cartaz, a turnê dá um tempo de São Paulo e retorna na quinta-feira, 22 de março, para mais duas temporadas de quatro dias, encerradas em 1º de abril.


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