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Bolsonaro a Doria: ‘Lunático’; governador recomenda que presidente trabalhe

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 29/10/2020 Murilo Fagundes
O governador de São Paulo, João Doria (esq.), apoiou o presidente Jair Bolsonaro (dir.) no 2º turno das eleições de 2018 em uma parceria que ficou conhecida como © Sérgio Lima/ Poder360 O governador de São Paulo, João Doria (esq.), apoiou o presidente Jair Bolsonaro (dir.) no 2º turno das eleições de 2018 em uma parceria que ficou conhecida como

O presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, Joao Doria (PSDB), travaram 1 embate público mais uma vez. O chefe do Executivo disse na noite de 4ª feira (28.out.2020) que Doria é “lunático”, porque, segundo ele, aumenta impostos e defende a obrigatoriedade da vacina contra covid-19. O governador respondeu.

Doria disse, nesta 5ª feira, que “o Brasil não quer 1 presidente que só pensa em reeleição”. “Recomendo ao presidente Bolsonaro parar de me atacar e começar a trabalhar. O povo não quer briga, quer emprego. O Brasil não quer divisão, quer compaixão”, publicou em sua conta no Twitter.

Bolsonaro classificou a apoiadores como “absurdo” a obrigatoriedade da vacina. “Porque o cara que tomar a vacina, sendo eficaz, está protegendo a sua vida. Quem não quer tomar é problema dele”, disse no Palácio da Alvorada.

O presidente afirmou ainda que, quando houver uma “vacina boa”, “o pessoal vai tomar”. “Agora obrigar a tomar essa ou aquela ali começa a cheirar interesses outros que prefiro não comentar”, disse.

Aumento de impostos

O mandatário repetiu que Doria aumentou a carga tributária no Estado durante a pandemia.

“Aumentou ICMS de combustível, criou imposto para cara deficiente que comprou carro, aumentou tudo e ainda fala em obrigar a tomar vacina. Que lunático. Isso é coisa de lunático isso aí. Lunático”, declarou.

Na 3ª feira (27.out.2020), o governador de São Paulo rebateu as críticas que o presidente havia feito sobre 1 suposto aumento de impostos. Negou que havia aumentado os tributos em São Paulo. Segundo o tucano, seu governo fez uma reforma administrativa “que ele, Bolsonaro, deixou de fazer no plano federal”.

Nesta 5ª, o presidente visitou o Maranhão. Esta foi a 1ª visita de Bolsonaro ao Estado desde sua eleição como presidente da República.

Assim que chegou, o presidente motivou aglomeração e cumprimentou apoiadores sem usar máscara de proteção, contrariando as recomendações para reduzir os riscos de transmissão do coronavírus. Muitas pessoas também não usavam o acessório. O uso do equipamento é obrigatório no Maranhão. Assista ao vídeo publicado no canal do presidente no YouTube (7min34seg):

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