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Caso Daniel: Justiça tira tornozeleira de Cristiana Brittes e manda soltar mais 3 réus

Logotipo do(a) Gazeta do Povo Gazeta do Povo 4 dias atrás Mellanie Anversa
Cristiana Brittes não vai mais precisar usar tornozeleira eletrônica © Jonathan Campos/Gazeta do Povo Cristiana Brittes não vai mais precisar usar tornozeleira eletrônica

Ré no processo da morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, Cristiana Brittes - que saiu da cadeia no último mês de setembro - não vai mais precisar usar tornozeleira eletrônica, decidiu nesta quarta-feira (9) a juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na região de Curitiba. A juíza também mandou soltar mais 3 acusados pelo crime: David Willian Silva, Ygor King e Eduardo Henrique Ribeiro da Silva. Eles devem deixar a Casa de Custódia da cidade ainda nesta terça.

Pela determinação, embora soltos, os réus terão de cumprir algumas medidas. Eles não poderão sair de casa durante a noite ou em dias de folga e estão proibidos de irem a bares ou casas noturnas. Também terão de comparecer todos os meses à Justiça e não podem ter contato com os demais envolvidos no processo, incluindo Cristiana e Allana Brittes, que deixaram a prisão recentemente. Evellyn Brisola, outra envolvida, não chegou a ser presa.

Segundo o advogado de Cristiana, Claudio Dalledone Junior, ela deve retirar a tornozeleira eletrônica ainda nesta quinta-feira (10). No entanto, as outras medidas impostas continuam válidas, o que significa que ela não pode sair de São José dos Pinhais, nem ter contato com a filha Allana Brittes.

O advogado de defesa de David e Ygor, Rodrigo Faucz, disse que a decisão da juíza de soltar seus clientes já era esperada. “Não há motivo para a prisão preventiva deles neste momento, é normal que eles sejam soltos”, comentou o advogado.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa de um dos acusados.

O caso

O corpo do jogador Daniel foi encontrado na manhã do dia 27 de outubro de 2018 em um matagal de São José de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (RMC). A vítima teve o pescoço quase degolado e o órgão sexual decepado.

Antes de ser assassinado, o atleta havia passado a noite na festa de 18 anos de Allana. Depois da comemoração em uma casa noturna no bairro Batel, em Curitiba, o jogador acompanhou a família e outros amigos da jovem para uma outra festa na casa da família Brittes, onde foi espancado e, depois, levado para um matagal em São José dos Pinhais.

Edison Brittes Jr. admitiu ter matado o jogador após supostamente tê-lo flagrado tentando estuprar sua esposa, tese que foi descartada pela investigação. Contra Allana pesam as investigações de ter enviado mensagens a duas testemunhas com o intuito de combinar detalhes do caso que seriam dados à polícia. O encontro ocorreu em um shopping no dia seguinte à morte do atleta.

Além da família Brittes, são réus também no processo David Willian da Silva, por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver; Ygor King (homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver); Eduardo Henrique da Silva (homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de adolescente); e Evelyn Brisola, que responde em liberdade por denunciação caluniosa e fraude processual.

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