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Covid-19: Brasil vacinou 7,3 milhões com a 1ª dose

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 03/03/2021 Malu Mões
Vacinação contra o coronavírus, em Brasília © Sérgio Lima/Poder360 – 25.jan.2021 Vacinação contra o coronavírus, em Brasília

O Brasil vacinou pelo menos 7.255.888 pessoas com a 1ª dose de imunizantes contra o coronavírus até as 16h desta 4ª feira (3.mar.2021). Desses, 2.236.720 receberam a 2ª dose. Ao todo, foram 9.492.608 doses administradas no país.

O número de vacinados com a 1ª dose no país representa 3,4% da população brasileira. Os vacinados com as duas doses são 1%. Os dados são do CoronavirusBot, que compila dados das secretarias estaduais de saúde.

A quantidade de pessoas que receberam a 2ª dose (2.236.720) no Brasil equivale a 31% dos que tomaram a 1ª dose (7.255.888). As vacinas que estão em uso são a CoronaVac e a de Oxford/AstraZeneca. Ambas são administradas em duas doses.

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Nos Estados

Nesta 4ª feira (3.mar), o Amazonas foi o 1º Estado a ultrapassar 6% da população vacinada com ao menos a 1ª dose.

Eis os números por Estado:

© Fornecido por Poder360

Em números absolutos, São Paulo é o Estado que mais administrou primeiras doses. Foram: 2.123.188 aplicações. Equivale a 29% de todos os vacinados no país. Na sequência, aparece Minas Gerais (9% dos vacinados brasileiros) e Rio de Janeiro (8%).

São Paulo também lidera a aplicação da 2ª dose. Foram 641.939 os que receberam as duas unidades. É 30% dos paulistas que receberam a 1ª injeção e 1,4% da população estadual.

Sergipe tem a maior taxa de vacinados com as duas doses: 53% dos que receberam a 1ª aplicação também tomaram a 2ª. Já Mato Grosso do Sul é o Estado em que mais habitantes receberam as duas unidades: 1,9% da população teve as duas aplicações.

As vacinas

O país tem, até o momento, duas vacinas em uso, ambas aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, da biofarmacêutica chinesa Sinovac, e a desenvolvida pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca com a universidade inglesa de Oxford. Ambos os imunizantes exigem aplicação de duas doses. Eis a taxa de eficácia e o intervalo entre cada dose seguido no Brasil:

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