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MPF acompanha Supremo e aprova aumento de 16,38% nos próprios salários

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 10/08/2018 Ana Krüger
A procuradora-geral da República também votou pelo aumento do seu próprio salário. © Sérgio Lima A procuradora-geral da República também votou pelo aumento do seu próprio salário.

O MPF (Ministério Público Federal) aprovou por unanimidade na manhã desta 6ª feira (10.ago.2018) uma proposta de aumento de 16,38% nos salários da categoria. O reajuste é igual ao aprovado na 4ª feira (8.ago) pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Os procuradores disseram que adotaram o mesmo percentual por questão de “paridade”.

O aumento foi discutido em sessão do CSMPF (Conselho Superior do Ministério Público Federal) e aprovado por unanimidade. Em discurso com menções aos direitos humanos e ao combate à corrupção, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse esperar que “em anos vindouros” o Ministério Público seja menos requisitado e o orçamento possa ser menor.

O dinheiro para bancar o reajuste deve sair de remanejamentos de gastos com itens como passagens aéreas e despesas, afirmou Dodge. Com isso, o aumento não deve gerar aumento de despesas no MPF. Segundo a PGR (Procuradoria Geral da República), o orçamento será o mesmo de valor aprovado para 2018, com reajuste pelo IPCA.

De volta ao Senado

Assim como o Judiciário, o Ministério Público já aprovou na Câmara projeto de lei que estabelece o reajuste de 16,38%. O texto (íntegra) está no Senado. Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é relator das duas propostas e é contra o aumento.

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