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Rio registra primeira morte de sarampo no século

Logotipo do(a) Estadão Estadão 14/02/2020 Marcio Dolzan
O sarampo é uma doença grave que pode levar à morte, mas pode ser evitada pela vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba © Marcelo Camargo/Agência Brasil O sarampo é uma doença grave que pode levar à morte, mas pode ser evitada pela vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba

Um bebê de oito meses foi a primeira vítima do sarampo no Estado do Rio desde o ano 2000. A criança morreu em 6 de janeiro, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, região que registra o maior número de casos. A morte foi revelada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta sexta, 14.

Segunda a SES, o bebê se chamava David Gabriel dos Santos e deu entrada no Hospital Geral de Nova Iguaçu em 22 de dezembro do ano passado, com quadro de pneumonia. Ele faleceu em 6 de janeiro. Duas diferentes análises de exames laboratoriais confirmaram o sarampo.

“Como venho alertando desde 2019, é imprescindível que as pessoas se vacinem e que os pais levem seus filhos aos postos de saúde, já que este é o grupo mais suscetível no momento. Iniciamos uma campanha em janeiro e, até o momento, em torno de 10% do público aguardado buscou a vacina. A previsão é que o Rio ultrapasse 10 mil casos de sarampo. E esse número só pode ser evitado por meio da vacinação”, afirmou o secretário de estado de Saúde, Edmar Santos, nesta manhã.

A secretaria também atualizou os números de casos registrados no Rio. Foram 20 em 2018 e 333 no ano passado. Somente este ano, 189 pessoas já contraíram a doença.

Antes dos registros mais recentes, há pelo menos uma década a doença era considerada erradicada no Rio. Em virtude do aumento dos casos, uma campanha de combate ao sarampo está sendo realizada no País.

Neste sábado, mais de 350 postos de Saúde no Rio estarão abertos para vacinação. A recomendação é que todas as pessoas com até 59 anos se vacinem.

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