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Alckmin diz que STF acertou em decisão sobre afastamento de parlamentares

Logotipo do(a) Estadão Estadão 12/10/2017 Adriana Ferraz

Alckmin: Governador Geraldo Alckmin em Aparecida © Werther Santana/Estadão Governador Geraldo Alckmin em Aparecida
APARECIDA - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), classificou como correta a decisão do colegiado do Supremo Tribunal Federal (STF) de repassar ao Congresso a palavra final sobre o afastamento de parlamentares. A decisão afeta diretamente o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado por decisão da Primeira Turma, que também determinou seu recolhimento noturno

"Os Poderes são independentes e devem ser harmônicos. A decisão foi correta no sentido de evitar crise institucional entre os Poderes. Além disso, assegura que pode haver medida cautelar, mas no caso do parlamentar, tem que ouvir o Parlamento", disse o tucano na tarde desta quinta-feira, 12, após participar de missa solene em comemoração aos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida.

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O julgamento ocorreu nesta quarta-feira, 11. A presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, desempatou a decisão. Após uma confusão em seu voto, ficou decidido que tanto o afastamento quanto outras medidas que afetassem “direta ou indiretamente o exercício do mandato a parlamentares” poderiam ser encaminhadas para a análise do Poder Legislativo.

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A decisão favorece o senador tucano. A expectativa, agora, é que o Senado não aprove o afastamento nem o recolhimento noturno de Aécio, em votação no próximo dia 17.

Descoberta de imagem completa 300 anos: Santuário Nacional de Aparecida, maior centro mariano do mundo, deve receber hoje 200 mil pessoas para a celebração. A missa campal começou nesta manhã com uma mensagem em vídeo enviada pelo papa Francisco, que lamentou não estar no santuário hoje e afirmou estar com "saudades, saudades do Brasil".

Santuário Nacional de Aparecida, maior centro mariano do mundo, deve receber hoje 200 mil pessoas para a celebração. A missa campal começou nesta manhã com uma mensagem em vídeo enviada pelo papa Francisco, que lamentou não estar no santuário hoje e afirmou estar com "saudades, saudades do Brasil".
© Alex Silva/Estadão

2018

Sobre a corrida presidencial do ano que vem, Alckmin voltou a dizer que defende prévias para a escolha do candidato do PSDB e afirmou que mantém ótima relação com o prefeito da capital, João Doria (PSDB), que também pleiteia a vaga tucana. Esse tema, no entanto, ainda não tem despertado a atenção do eleitor, que vai ser mais exigente na hora certa, segundo ele.

Fernando Haddad: Apesar de lideranças petistas, inclusive o próprio Fernando Haddad, repetirem que Lula é 'plano A, B e C', o ex-prefeito de São Paulo é visto como nome viável caso Lula fique de fora da disputa. Haddad pode tanto representar um novo discurso de renovação quanto capitalizar os votos de Lula.

Apesar de lideranças petistas, inclusive o próprio Fernando Haddad, repetirem que Lula é 'plano A, B e C', o ex-prefeito de São Paulo é visto como nome viável caso Lula fique de fora da disputa. Haddad pode tanto representar um novo discurso de renovação quanto capitalizar os votos de Lula.
© Rafael Arbex/Estadão

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Devoto de Nossa Senhora, Alckmin diz que sempre visita o santuário, independente de eleição, e que não mistura política com religião, apesar de ter aproveitado a festa para convocar uma coletiva de imprensa sobre o início de obras de habitação na cidade. O tucano assinou ordem de serviço para a construção de 62 unidades habitacionais e anunciou um investimento estadual de R$ 6,5 milhões no projeto.

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AUSÊNCIA

Reitor do Santuário Nacional de Aparecida, o padre João Batista de Almeida comentou a ausência de autoridades políticas na festa - além de Alckmin, estavam presentes na missa campal os ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Inovações), do PSDB e PSD, respectivamente. O presidente Michel Temer não foi. Todos os três foram vaiados pelo público presente quando tiveram seus nomes anunciados.

"Não é tradição no santuário nacional a presença de autoridades, a não ser o governador Geraldo Alckmin, que vem sempre, antes mesmo de ser eleito. Se eu fosse o presidente do Brasil, eu viria, mas acho eu que foi um problema de assessoria. Não atentaram para isso, data importante, Padroeira do Brasil", disse. Questionado se havia relação com a baixa popularidade de Temer, comentou apenas: "É".

O prefeito da capital, João Doria, está na Itália em viagem oficial e o vice, Bruno Covas, foi para Paris. O representante do Município na celebração foi o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM).

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