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Novo estudo da Microsoft: pais têm grande influência na segurança online das crianças

Logotipo do(a) Microsoft Brasil Microsoft Brasil 12/09/2017 Microsoft News Center Brasil
© Fornecido por Microsoft Corporation

Por Jacqueline Beauchere – Microsoft Chief Online Safety Officer

Jovens e adultos em todo o mundo enxergam os pais como o grupo mais confiável e responsável por manter crianças e adolescentes seguros no ambiente digital, como mostram os resultados preliminares do novo estudo da Microsoft.

Quase um terço (29%) dos entrevistados disse que os pais são os mais confiáveis e um quinto considerou os pais como os responsáveis por garantir a segurança online dos indivíduos e das famílias. Empresas de software chegaram a 9% na confiança e 7% na responsabilidade, a frente dos professores (2% e 1%, respectivamente) e o governo local (3% nas duas categorias), porém com números mais baixos que os provedores de serviço de internet, redes sociais e governos nacionais.

Os resultados fazem parte da última pesquisa associada ao trabalho da Microsoft em civilidade digital – incentivando interações mais seguras e sadias entre todos os indivíduos e comunidades. O estudo “Civilidade, Segurança e Interação Online – 2017”, entrevistou adolescentes entre 13 e 17 anos e adultos entre 18 e 74 anos em 23 países* sobre 20 riscos online. A pesquisa 2017 surge a partir de um estudo similar conduzido em 2016, que entrevistou os mesmos grupos etários em 14 países, sobre 17 formas de abuso online. Ao todo, 11.584 adolescentes e adultos foram entrevistados em 2017.

Council for Digital Good compartilha sua perspectiva sobre o papel dos pais na segurança online

Uma pesquisa de intenção entre os jovens do Council for Digital Good da Microsoft durante o Council Summit no último mês confirmou os resultados obtidos. Dos 15 membros do conselho, junto com pais e acompanhantes, 23 votaram nos pais como os responsáveis pela segurança online de jovens, enquanto três citaram professores e outros três apontaram as empresas de tecnologia em geral.

“Pais que se sentem intimidados pelo abismo tecnológico entre o que eles conhecem e o que seus filhos já dominam podem enfrentar a tentação de não se envolver na vida online de seus filhos”, disse Sarah Siegand, mãe de um membro do nosso Council for Digital Good e co-fundadora da campanha de segurança online “Pais que Lutam” (Parents Who Fight, em inglês). “Porém, os dados mostram que pais que simplesmente mantém uma conversa regular com seus filhos sobre suas atividades online têm um grande impacto no entendimento dos jovens sobre civilidade e responsabilidade digital”.

Novos países, novos dados

Os países incluídos no estudo da Microsoft em 2017 são Argentina, Colômbia, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, Peru e Vietnã. Este ano, os entrevistados também foram questionados sobre riscos adicionais: hoaxes nominais, golpes e fraudes (como um único risco online coletivo), assim como agressões menores e misoginia. (As agressões menores são definidas como insultos feitos a determinado grupo da sociedade, como minorias étnicas, religião, mulheres, LGBT e pessoas com deficiência).

Os resultados finais serão disponibilizados no Safer Internet Day 2018, junto com a comparação do Microsoft Digital Civility Index de um ano para outro. O primeiro índice, com 14 países, divulgado no Safer Internet Day 2017, mostra a exposição dos entrevistados a 17 riscos online durante toda a vida em cada país. Agrupamos novamente os 20 riscos em quatro categorias:

  • Reputacão Doxing (ou seja, a liberação de informações pessoais obtidas durante uma invasão) e danos às reputações pessoais e profissionais;
  • Comportamental – ser maltratado, trollado, sofrer assédio ou bullying online, enfrentando discursos de ódio e pequenas agressões;
  • Sexual – enviar ou receber mensagens sexuais não desejadas e fazer solicitações sexuais, ser vítima de extorsão sexual ou pornografia não consentida (conhecida como “pornografia de vingança”);
  • Pessoal/ Intrusiva – ser alvo de contato indesejado, ser vítima de discriminação, swatting (enganar os serviços de emergência, como polícia, bombeiro ou saúde por solicitar um serviço, tipicamente para a casa de uma pessoa, com base em uma denúncia falsa de um incidente ou crime em curso), misoginia, exposição a conteúdo/recrutamento extremista ou ser vítima de enganos, golpes ou fraudes.

De volta à escola, de volta ao básico da segurança online

Estamos divulgando o resultado preliminar na época de volta às aulas para lembrar pais, educadores e jovens sobre a necessidade de hábitos inteligentes, seguros e respeitosos e práticas em casa, na escola e em qualquer lugar. Por exemplo, além de fortalecer as defesas do seu dispositivo, mantendo informações pessoais privadas e resguardando a reputação online, considere se comprometer novamente com o Desafio de Civilidade Digital da Microsoft:

  • Tratar outros como gostaria de ser tratado, agindo com empatia, compaixão e bondade em todas as interações e tratando todos com respeito e dignidade.
  • Respeitar as diferenças, perspectivas diferentes e, quando desacordos surgirem, pensar muito bem para evitar ofensas e ataques pessoais.
  • Pensar antes de responder a comentários contrários e evitar a publicação ou envio de algo que possa machucar alguém, prejudicar sua reputação ou ameaçar sua segurança.
  • Defender o outro por apoiar aqueles que são alvos de abuso ou crueldade online, reportando a atividade que ameaça a segurança da pessoa e preservando a evidência de comportamento inapropriado e inseguro.

Vamos continuar olhando outros resultados relevantes da pesquisa nas próximas semanas. Enquanto isso, para saber mais sobre segurança online em geral, visite nosso site e acesse os recursos disponíveis, curta nossa página no Facebook e siga nosso perfil no Twitter.

*Países pesquisados: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, China, Colômbia, Estados Unidos, França, Hungria, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Peru, Reino Unido, Rússia, Turquia e Vietnã.

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