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Rússia irá estudar esboço de resolução da ONU sobre Síria

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 16/04/2018 Julia Braun
Conselho de segurança da ONU: O Conselho de Segurança da ONU realiza uma reunião a pedido da Rússia para discutir as ações militares realizadas pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha na Síria em resposta a um suspeito ataque de armas químicas – 14/04/2018 © Reuters O Conselho de Segurança da ONU realiza uma reunião a pedido da Rússia para discutir as ações militares realizadas pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha na Síria em resposta a um suspeito ataque de armas químicas – 14/04/2018

O Ministério de Relações Exteriores da Rússia disse nesta segunda-feira que Moscou irá estudar uma proposta de resolução da ONU sobre a Síria apresentada pelos Estados Unidos, Reino Unido e França, relatou a agência de notícias Interfax.

“Nós ainda temos que estudá-la. Ela acabou de ser apresentada, o trabalho precisa continuar, nós não a rejeitamos imediatamente, precisamos avaliar”, disse Pyotr Ilichev, diretor do departamento de organizações internacionais do Ministério de Relações Exteriores russo, segundo a agência de notícias.

O projeto dos três países apela a “assegurar a ajuda humanitária sem obstáculos, o regime de cessar-fogo, bem como exige a participação de Damasco nas negociações de paz lideradas pela ONU”.

Além disso, a resolução propõe “realizar uma investigação independente” sobre o suposto ataque químico na Síria.

O Conselho de Segurança da ONU rejeitou no sábado uma resolução apresentada pela Rússia para condenar o ataque lançado durante a madrugada contra a Síria por Estados Unidos, Reino Unido e França.

A minuta da resolução considerava que o ataque representa uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas e pedia às três nações que evitem no futuro o uso da força contra o regime de Bashar Assad.

O documento só conseguiu o apoio de três representantes do Conselho (Rússia, Bolívia e China), enquanto quatro se abstiveram (Peru, Cazaquistão, Etiópia e Guiné Equatorial).

(Com Reuters)

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