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Síria devolve Legião de Honra de Assad à França, 'escrava' dos EUA

Logotipo do(a) AFPAFP 20/04/2018
Representante do ministério das Relações Exteriores entrega a Legião de Honra concedida pela França ao presidente sírio, Bashar Al Assad, através da embaixada da Romênia na Síria. Foto fornecida pela Presidência síria em sua página no Facebook em 19 de abril de 2018 Representante do ministério das Relações Exteriores entrega a Legião de Honra concedida pela França ao presidente sírio, Bashar Al Assad, através da embaixada da Romênia na Síria. Foto fornecida pela Presidência síria em sua página no Facebook em 19 de abril de 2018

A Presidência síria anunciou nesta quinta-feira (19) ter devolvido a Legião de Honra que a França concedeu em 2001 ao presidente Bashar Al Assad, que não ficará com uma condecoração de um "regime escravo" dos Estados Unidos, informou o governo sírio em um comunicado.

Na segunda-feira, o entorno do presidente francês Emmanuel Macron informou que a França tinha iniciado o processo para retirar a Legião de Honra do presidente Assad, dois dias depois de Paris participar dos bombardeios contra alvos do regime sírio em conjunto com os Estados Unidos e o Reino Unido.

A condecoração foi devolvida à França "através da embaixada da Romênia em Damasco, que representa os interesses franceses na Síria", informou a Presidência síria em um comunicado.

Ainda segundo o comunicado, a decisão foi tomada após "a participação da França na agressão tripartite junto com Estados Unidos e Reino Unido contra a Síria em 14 de abril".

"Para o presidente Assad, não representa nenhuma honra usar uma condecoração entregue por um regime escravo [...] dos Estados Unidos, que apoia os terroristas", acrescentou o texto.

Washington, Paris e Londres efetuaram no amanhecer de sábado bombardeios contra alvos supostamente vinculados ao programa de armas químicas sírias, em represália a um suposto ataque químico lançado em 7 de abril em Duma, que era o último reduto dos rebeldes na Ghuta Oriental, perto de Damasco.

O regime nega qualquer envolvimento no suposto ataque químico.


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