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Trump diz que relatórios de inteligência "nunca" deveriam ter sido divulgados

Logotipo do(a) EFEEFE 11/01/2017 EFE Brasil
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Nova York, 11 jan (EFE).- O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista coletiva nesta quarta-feira que "nunca" deveriam ter sido divulgados os relatórios sobre supostas operações de agentes russos que podem incluir material comprometedor a respeito do magnata republicano.

De acordo com Trump, são notícias "que não fazem sentido, talvez divulgadas por agências de inteligência, segundo disse no começo da entrevista coletiva concedida em Nova York.

Trump acrescentou que esses relatórios "nunca deveriam ter sido escritos, nunca deveriam ter sido hackeados e nunca deveriam ter sido divulgados". 

Muro
O presidente eleito reiterou sua promessa de campanha de que construirá um muro na fronteira com o México e que o país vizinho o pagará "com impostos ou pagamentos" diretos. "Não quero esperar um ano e meio para fazer um acordo com o México", afirmou Trump sobre sua intenção de urgência na construção de um muro entre os dois países. "O México pagará pelo muro", frisou.

Mesmo assim, Trump disse ter "respeito" pelo povo mexicano e seu governo, e alegou que as autoridades locais "não têm culpa do que está acontecendo" com a imigração ilegal. Na entrevista, realizada em Nova York, Trump não detalhou de que forma o México vai "reembolsar" os Estados Unidos pelas despesas com a construção desse muro. "Vai acontecer, seja por impostos ou com pagamentos", declarou. O presidente eleito afirmou ainda que o México "tirou vantagem" dos Estados Unidos nos últimos anos, em alusão a acordos comerciais que, segundo ele, terminaram prejudicando seu país. "Não deveríamos ter permitido que isso acontecesse", disse

Empregos
Trump, declarou ainda que será "o maior produtor de empregos que Deus já criou". O magnata republicano disse que nas próximas semanas serão anunciadas "grandes notícias" sobre empresas que expandirão suas operações pelo país e lembrou os planos já revelados por marcas como a Ford.

"Acredito que muitas indústrias vão voltar (aos Estados Unidos)", afirmou o presidente eleito em entrevista coletiva concedida em Nova York. Trump se referiu concretamente ao setor farmacêutico, ao lamentar que a maioria dos remédios consumidos no país sejam fabricados no exterior, e afirmou que é necessário o retorno dessa produção nacional. Além disso, expressou a intenção de reformar os processos de compra de produtos farmacêuticos para economizar "bilhões de dólares".

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