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Auxiliar de Janot defende renúncia de Temer

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 18/05/2017 Da Redação
vladimir aras © Divulgação vladimir aras

O chefe da Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional do Ministério Público Federal Vladimir Aras defendeu, na noite desta quarta-feira, a renúncia do presidente Michel Temer como a “solução adequada” diante do escândalo político provocado pelas revelações, em delação premiada, do empresário Joesley Batista. Aras é o braço direito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e atua em pedidos de cooperação entre países na Operação Lava-Jato.

“Diante de uma denúncia tão grave, a solução adequada em qualquer lugar do mundo seria a renúncia”, disse Aras na rede social Twitter. Instantes antes, o procurador publicou outro post, em que insinuava, recorrendo a um ditado popular, a similaridade entre os casos de Michel Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff. ” Pau que bate em Chico…”, escreveu.

 Em acordo de delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República, o dono da JBS Joesley Batista gravou um áudio em que o presidente Michel Temer aparece dando aval para o pagamento de uma mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo na tarde desta quarta-feira.

Segundo a reportagem, Temer teria indicado na frente de Joesley o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para solucionar um assunto da J&F (holding que controla a JBS), cujo conteúdo não foi revelado. Depois, Rocha Loures teria sido filmado recebendo uma mala com 500.000 reais enviada por Joesley.

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