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Presidente do Flu diz que rótulo de tapetão 'beira a infantilidade': 'Me orgulho de presidir um clube que jamais escalou jogador irregular; isso é competência'

Logotipo do(a) ESPN ESPN 21/11/2019 ESPN.com.br
Mário Bittencourt dá entrevista no Fluminense © Lucas Merçon/Fluminense Mário Bittencourt dá entrevista no Fluminense

Fluminense enfrenta uma fase difícil no Campeonato Brasileiro e está na 17ª posição, dentro da zona de rebaixamento. Em paralelo, surgiram informações de uma possível irregularidade no jogador Clayton, do Vasco, algo que poderia trazer perdas de pontos e influenciar na luta contra a Série B. Nesta quinta-feira, presidente do clube tricolor foi perguntado sobre a questão.

“Algo que me incomoda desde sempre é que tudo que acontece no futebol brasileiro com relação a regulamento e tribunal as pessoas tentem jogar sobre nós uma pecha covarde de que nós somos o clube que recorre ao tapetão. Faço sempre esse preâmbulo, porque a discussão também beira a infantilidade”, começou Mário Bittencourt.

“Se existe um regulamento que determina as inscrições de jogadores numa competição, e se existe um tribunal que julga as infrações a esses regulamentos, isso não tem tapetão nenhum, isso é uma regra do jogo, da competição”, continuou o mandatário, que em 2013 foi o advogado do clube no caso que determinou o rebaixamento da Portuguesa-SP.

“Eu me orgulho de ser presidente de um clube que jamais escalou um jogador em condições irregulares. Nosso clube jamais, em 117 anos. Isso chama-se competência”, disse o presidente.

O Vasco pode perder pontos?

Quanto ao caso em si, o presidente do Fluminense afirmou não estar totalmente por dentro.

“Fui me atentar para o caso acho que anteontem, quando li nas redes sociais uma matéria de vocês (imprensa)”, declarou.

“Pelo pouco que eu ouvi falar de vários colegas juristas que emitiram seus pareceres nas televisões, é no mínimo controverso, mas caminha muito para que o jogador não esteja irregular, para que o Vasco esteja realmente correto”, opinou Mário Bittencourt.

Para o mandatário, o responsável por dar início à ação é o procurador do tribunal de justiça desportiva, não os clubes. Portanto, é o procurador quem decidiria se é justo dar prosseguimento ao ‘Caso Clayton’.

“Há informações de que houve consultas à CBF, e se isso realmente ocorreu, o Vasco está protegido pela consulta que foi feita”, admitiu Bittencourt.

Com 35 pontos em 33 jogos, o Fluminense tem uma partida fundamental na próxima segunda-feira, quando fecha a rodada do Campeonato Brasileiro contra o CSA, fora de casa.

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