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Guedes minimiza perdas da Previdência e projeta ganho com Estados e municípios

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 22/10/2019 Mateus Maia
Ministro da Economia, Paulo Guedes, foi ao Senado durante votação da reforma © Sérgio Lima/Poder360 Ministro da Economia, Paulo Guedes, foi ao Senado durante votação da reforma

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta 3ª feira (22.out.2019), logo depois da aprovação em 2º turno da reforma da Previdência no Senado, que não há problema a reforma não economizar R$ 1 trilhão em 10 anos se Estados e municípios conseguirem fazer reforma também.

“Se vem os Estados e municípios com mais R$ 400 [bilhões], não faz mal a nossa não chegar a R$ 1 trilhão. Porque não adianta o federal ter R$ 1 trilhão e Estados e municípios não. O ideal é que Estados e municípios venham junto”, afirmou.

Segundo ele, o próximo passo do governo será o pacto federativo. O pacote de medidas deverá ser apresentado na próxima semana. Guedes adiantou, contudo, que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do pacto começará pelo Senado.

Já outras reformas que devem ser encaminhadas terão seus caminhos definidos pelos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), respectivamente.

Nós vamos colocar os estudos que fizemos e, dessa vez, o presidente da Câmara e o presidente do Senado vão fazer o processamento político. Eles é que vão dizer, ‘olha, manda a tributaria para uma comissão mista, de Câmara e Senado, mandem a reforma do pacto federativo sob forma de PEC direto para o Senado“, completou.

Guedes se disse com 1 bom sentimento depois da aprovação e com sensação de que o Congresso fez 1 bom trabalho. Sobre o pacto federativo, ressaltou que há diversas dimensões.

“Ele tem a reforma administrativa, ele tem a descentralização dos recursos, o que nós chamamos de mais Brasil e menos Brasília. Ele tem várias dimensões e ele vai estar saindo semana que vem e vocês”, disse.

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