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É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!)

Logotipo do(a) Vix Vix 14/09/2018 Paulo Nobuo
É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!) © Squaredpixels/iStock É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!)

Alimentação balanceada, prática regular de atividades físicas, abandono de hábitos ruins, enfim, diversos fatores contribuem para uma vida mais saudável e livre de doenças. Mas existe um outro aspecto em comum entre pessoas que vivem mais e que nem sempre é mencionado: a interação social.

Longevidade: ter boa vida social faz viver mais

De acordo com um estudo realizado pela Universidade Brigham Young, EUA, indivíduos que mantêm uma vida social plena, com interação com outras pessoas, vivem mais do que aqueles que são solitários.

E mais: a pesquisa indica que a solidão pode ser tão prejudicial à saúde quanto fumar 15 cigarros por dia.

É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!) © monkeybusinessimages/istock É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!)

Liderado pela psicóloga Julianne Holt-Lunstad, o trabalho científico publicado on-line pelo periódico científico PLoS ONE afirma que interações sociais podem estar associadas a um risco reduzido de até 50% de morte precoce.

Os estudiosos ainda apontam que a solidão deveria ser tratada como prioridade em questões de saúde pública, uma vez que seus malefícios são comparados ao tabagismo e ainda maiores que os perigos da obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de álcool.

É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!) © AleksandarNakic / Istock É por esse fator que algumas pessoas vivem mais (e não é exercício, nem dieta!)

As conexões sociais garantiriam longevidade por reduzir os níveis de cortisol, o hormônio responsável pelo estresse, e favorecer cuidados pessoais com a saúde, como manutenção de boa alimentação e maior interesse em atividades físicas.

O estudo foi realizado com base em informações obtidas de 148 pesquisas anteriores, com mais de 300 mil participantes, que incluíam dados como causa da morte, estado de saúde e condições pré-existentes, além de escolaridade e avaliação das relações sociais.

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