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Distimia: entenda melhor esta doença

Logotipo do(a) Sua Dieta Sua Dieta 17/07/2014 Sua Dieta
Photo: Distimia: entenda melhor esta doença © Andrzej Wilusz - Fotolia.com Distimia: entenda melhor esta doença

Distimia: entenda melhor esta doença

Você sabe o que distimia? Esta doença difere de outros tipos de depressão pelos sintomas serem mais leves e contínuos, como se fosse a maneira de ser da pessoa, podendo levar de uma vida limitada até o isolamento, causando prejuízos pessoais e profissionais.

Alguns critérios diagnósticos são a observação dos sintomas mencionados por longo período de tempo, além de queixas de dores físicas, e a avaliação de comportamentos como abuso de álcool e drogas, que são buscados com frequência nos casos de transtorno de humor, na tentativa de escapar ao mal-estar emocional.

A dificuldade de diagnóstico ocorre pelo fato de a própria pessoa acreditar que sua forma de ver e pensar o mundo, os outros indivíduos e o futuro e de reagir aos estímulos externos faz parte de seu temperamento.

Fique por dentro:

Sintomas

O principal sintoma é a irritabilidade, mas existem outros:

Mau humor;  Baixa autoestima; Desânimo e tristeza; Predominância de pensamentos negativos; Alterações do apetite e do sono; Falta de energia para agir; Isolamento social; Tendência ao uso de drogas lícitas, ilícitas e de tranquilizantes.

Diagnóstico

O diagnóstico é eminentemente clínico. O dado mais importante a considerar é a manifestação dos sintomas durante pelo menos dois anos consecutivos.

Via de regra, os portadores de distimia desenvolvem concomitantemente episódios de depressão grave. Quando se recuperam, porém, retornam a um patamar de humor que está sempre abaixo do nível normal. A maior dificuldade é que raramente se dão conta do próprio problema. Acham que o mau humor, a falta de prazer e interesse pelas coisas e a tristeza que não dá trégua fazem parte de sua personalidade e do seu jeito de ver o mundo, e quase nunca procuram ajuda.

Diagnosticar o transtorno precocemente e introduzir o tratamento adequado é de extrema importância, uma vez que por volta de 15% a 20% dos pacientes tentam o suicídio.

Tratamento

A associação de medicamentos antidepressivos com psicoterapia tem apresentado bons resultados no tratamento da distimia. Isoladamente, um e outro não funcionam a contento. Embora os antidepressivos corrijam o distúrbio biológico, o paciente precisa aprender novas possibilidades de reagir e estabelecer relações interpessoais.

A psicoterapia sem respaldo farmacológico é contraproducente, porque cobra uma mudança de comportamento que a pessoa é incapaz de atingir por causa de sua limitação orgânica.

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