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Escolha um estilo e dance para soltar o corpo e a alma

Logotipo do Nebacetin® Por Redação de Nebacetin® | Slide 1 de 8

Não sabe por onde começar? Conheça melhor algumas modalidades de dança que você pode facilmente praticar em academias.

Dançar reduz dores dos joelhos e nos quadris e aumenta a segurança e o equilíbrio no caminhar. A conclusão é de um pequeno estudo realizado entre pessoas de ambos os sexos com cerca de 80 anos, todos com quadros variados de dores e rigidez nas articulações, sobretudo como consequência de artrite. Os participantes foram divididos em dois grupos, um dos quais deveria participar de aulas de dança duas vezes por semana durante 12 semanas. No final das tais 12 semanas, os pesquisadores da Escola de Enfermagem da Saint Louis University, nos EUA, se surpreenderam: o uso de remédios para dor havia diminuído 39% entre os ‘dançarinos’ e aumentado 21% entre os que não tinham participado das aulas. Além disso, os que haviam tomado aulas de dança caminhavam mais rápido, mais firmes e com mais segurança. A pesquisa foi publicada no jornal Geriatric Nursing e abre caminho para uma nova abordagem das dificuldades da marcha entre a população mais velha.Dançar melhora a autoestima e dá mais vontade de viver“Especialmente para os mais velhos dançar, além de aumentar a autonomia e dar mais segurança aos movimentos (o que, por sinal, diminui as chances de queda), favorece o convívio social, melhora a autoestima e dá mais vontade de viver”, avisa a médica Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães, professora doutora do departamento de educação física do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) que participou de uma pesquisa recente sobre o tema. Dançar faz bem para a saúde. Torna você mais flexível, é um excelente alongamento, é bom para o coração... pouca gente duvida disso hoje. Mas existe algo na dança que a torna um exercício especial, muito diferente de malhar na academia ou de correr na esteira.Dançar é um exercício para o cérebro e estimula a capacidade mentalPesquisadores do Albert Einstein College of Medicine de Nova Iorque queriam descobrir a relação entre atividades recreacionais e acuidade mental. Ou seja, queriam descobrir se algumas das atividades que a gente costuma associar com lazer teriam influência na nossa capacidade mental durante o envelhecimento. O estudo foi realizado ao longo de 21 anos, depois foi publicado no respeitado New England Journal of Medicine e virou uma referência. A conclusão: algumas atividades tinham um efeito benéfico significativo sobre a saúde mental outras não.Foram incluídas 6 atividades cognitivas, como ler, fazer palavras cruzadas, jogos e tocar instrumentos e 11 atividades físicas, como jogar tênis, golfe, alpinismo, caminhadas e dança.Entre as atividades cognitivas, muitas tiveram boas pontuações. Não apenas eram benéficas, mas pareciam proteger a mente das várias formas de demência. Entre as atividades físicas, nenhuma teve efeito significativo sobre a capacidade mental. Com exceção da...dança!Dançar integra várias funções cerebrais ao mesmo tempo. Quando dançamos usamos nossa mente, nossa atenção, ouvimos a música, comandamos os movimentos harmoniosos do corpo, nos envolvemos emocionalmente. Tudo isso junto melhora o que os cientistas chamam de nossa conectividade neural, ou seja, dançar é um exercício que mantêm nosso cérebro afiado e funcionando.
© Foto: iStockphoto
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