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Grande parte das mulheres não usa preservativo

Logotipo do(a) Sua Dieta Sua Dieta 17/07/2014 Sua Dieta
© Artem Furman - Fotolia.com

Grande parte das mulheres não usa preservativo

Dados divulgados pelo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) apontam que quase 40% das jovens entre 14 e 25 nunca ou quase nunca usam preservativo. Ainda, quase metade das mulheres teve sua primeira relação sexual entre os 15 e 17 anos.

A negligência nesse primeiro momento da vida sexual acontece devido a alguns fatores: o desconforto de usar um preservativo do tamanho errado, o medo de diminuir o prazer ou interferir na ereção, e a dificuldade em conciliar o momento do sexo e ter o preservativo em mãos.

O fato é que a maior parte das garotas não está atenta às DSTs. O uso das pílulas anticoncepcionais, em especial a pílula do dia seguinte, em oposição a 98% das mulheres reconhecerem o uso do preservativo como o método mais seguro, comprova que o maior medo é o da gravidez. A confiança no parceiro fixo também é um dos motivos que leva a não proteção durante o sexo.

"Além da desculpa do "incômodo", algumas meninas ainda se sentem julgadas ao ter um preservativo na bolsa - o que não deveria mais acontecer. Por isso, sempre buscamos ações que incentivem o cuidado, o uso do preservativo, mostrando que ele pode sim ser um instrumento de prazer na relação", explica Alfredo Maluf, Diretor da Preserv.

Por que usar camisinha

A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros.

Em 1992, cientistas usaram microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen. Os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. Ou seja, mesmo nas piores condições, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.

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