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9 destinos do Brasil e do mundo que todo claustrofóbico deveria evitar

Logotipo do(a) Viagem em Pauta Viagem em Pauta 18/07/2017 Viagem em Pauta

© Fornecido por Viagem em Pauta

Claustrofobia é o medo extremo de estar em ambientes fechados.

Neste post, listamos alguns destinos para claustrofóbico nenhum querer chegar perto. O que é uma pena, pois nessas atrações é possível visitar uma caverna com entrada vertical, em um rapel negativo, em Bonito; e conhecer uma cachoeira de 20 metros de altura com acesso pelo interior de uma caverna, no extremo nordeste de Goiás.

No exterior, visitamos também um curioso museu dedicado à Guerra Fria que fica dentro de um banker, no Canadá; mergulhamos sob as ruas de Budapeste, na Hungria; e até jantamos dentro de um corredor de lava vulcânica, na Espanha.

BONITO (Mato Grosso do Sul)

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Famoso por suas flutuações em rios de águas cristalinas, Bonito também se exibe debaixo da terra.

Nesse destino, a 265 km da capital Campo Grande, são 78 cavernas mapeadas, formando um conjunto rochoso de 600 milhões de anos.

SAIBA MAIS: “Conheça as grutas e cavernas de Bonito, no Mato Grosso do Sul”

ABISMO ANHUMAS (Mato Grosso do Sul)

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A 23 km do centro de Bonito, essa caverna com entrada vertical tem acesso obrigatório por um rapel negativo (quando não se coloca os pés em nenhum local de apoio), com 72 metros de profundidade até a plataforma flutuante sobre o lago dentro do abismo.

Radical e complexa, a experiência exige treinamento prévio, na sede da agência, no centro da cidade. VEJA FOTOS

TERRA RONCA (Goiás)

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Localizado no extremo nordeste de Goiás, Terra Ronca é cenário de uma das experiências de aventura mais fascinantes, em território brasileiro. Essa região de mais de 600 milhões de anos abriga quase 300 cavernas, no Parque Estadual de Terra Ronca (PETeR).

São tantas e ainda tão desconhecidas que tem caverna que está sendo mapeada desde 1973, como a Lapa de São Vicente, com mais de 13,5 km de extensão – considerada a 6ª mais longa do Brasil e dona de 12 cachoeiras em seu interior, onde dá até para fazer rapel em um paredão de 40 metros de altura.

SAIBA MAIS: “Terra Ronca é o Brasil do tempo das cavernas”

CACHOEIRA DO FUNIL (Goiás)

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Localizada no extremo nordeste de Goiás, no limite com a Bahia, essa cachoeira de 20 metros de altura tem acesso pelo interior de uma caverna, por onde o visitante deve fazer uma trilha de 200 metros (com água na cintura, diga-se de passagem) até uma das bocas desse canal subterrâneo de rochas calcárias.

Do salão escuro, cujo pórtico tem 20 metros de largura e 14 de altura, é possível ficar por trás da cachoeira.

SAIBA MAIS: “Rapel, trilhas e cavernas são destaques de cachoeiras de Goiás”

OTTAWA (Canadá)

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Declarado Patrimônio Histórico do país, o Diefenbunker: Museu da Guerra Fria é o endereço canadense mais importante do período da Guerra Fria e, atualmente, funciona como um inusitado museu subterrâneo.

SAIBA MAIS: “Conheça o bunker que virou museu da Guerra Fria, no Canadá”

CATACUMBAS DE PARIS (França)

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Sob as ruas da capital francesa, o visitante encontra um dos endereços mais inusitados da cidade.

Les Catacombes (em português, “As Catacumbas”) é um antigo ossário criado no final do século 18 com dois quilômetros de corredores, onde se localizam os restos mortais de seis milhões de pessoas que começaram a ser depositados no local, a partir de 1785.

SAIBA MAIS: “Saiba como é o tour nas Catacumbas de Paris, na França”

BUDAPESTE (Hungria)

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A Molnár János Cave, em pleno centro de Budapeste, é um impressionante sistema de cavernas alagadas que, desde 2015, é explorado por uma operadora que organiza mergulhos para visitantes intrépidos (e certificados).

De águas cristalinas e mornas, que variam entre 20° C e 28° C, o local abriga 400 metros de passagens que cruzam formações naturais de calcário, em diferentes roteiros guiados.

Foi daqueles corredores subterrâneos que se retirou material para a construção de alguns dos mais icônicos edifícios da capital húngara.

VEJA TAMBÉM: “Conheça o curioso mergulho nas cavernas de Budapeste”

LANZAROTE (Espanha)

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Jameos del Agua são túneis naturais produzidos pela erupção do vulcão Corona, um imenso corredor rochoso com seis km de extensão que corre em direção ao mar, nas Ilhas Canárias.

Mas em Lanzarote isso não é tudo. Entre escadarias naturais de pedras vulcânicas e jogo de luzes artificiais que revelam e ocultam detalhes da atração, o local abriga um bar e um restaurante.

SAIBA MAIS: “Terra de vulcões, ilha de Lanzarote é a versão surreal da Espanha”

POSTOJNA (Eslovênia)

Caverna de Postojna, na Eslovênia (foto: Slovenian Tourist Board) © Fornecido por Viagem em Pauta Caverna de Postojna, na Eslovênia (foto: Slovenian Tourist Board)

Esse local de mais de 3 milhões de anos abriga impressionantes salões com formações naturais, em rochas calcárias.

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Com temperatura natural de 10º C e iluminação artificial que destaca sues desenhos interiores naturais, a caverna guarda blocos que despencaram do teto há milhões de anos, estalactites em forma de espaguete que formam a galeria dos Órgãos de Tubos, uma sala com 3 mil m² com capacidade para abrigar até dez mil pessoas e capacidade de ressonância que faz com que um eco dure seis segundos.

LEIA MAIS: “Caverna de Postojna é atração surreal da Eslovênia, no Leste Europeu”

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