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Volta ao mundo de trem inclui EUA, China, Rússia e Europa

Logotipo do(a) Veja São Paulo Veja São Paulo 14/02/2018 Rosana Zakabi
Trem California Zephyr: Trajeto entre Chicago e Salt Lake City: um dos momentos da viagem © Veja SP Trajeto entre Chicago e Salt Lake City: um dos momentos da viagem

Se não der para ir à Rússia na Copa do Mundo, em junho, vai ter outra oportunidade um pouco depois, entre setembro e outubro. Trata-se de uma viagem de trem de 28 dias que fará uma volta ao mundo e passará por dezessete cidades – sete delas, na Rússia, incluindo Moscou, São Petersburgo e Cazã, cidades-sede dos jogos.

Não é um programa barato, ao contrário. Só a viagem de trem, por pessoa, sai 27 900 euros, o equivalente a 111 600 reais (inclui refeições e passeios). Sem contar a passagem aérea de ida até Chicago, nos Estados Unidos, de onde parte a viagem; e de volta de Estocolmo, na Suécia (um total de 7 000 reais, em média).

Mas para quem puder bancar, vale muito a pena. Uma das melhores maneiras de conhecer destinos da Europa é a bordo de um trem. Os trilhos passam por lugares que a gente nunca conheceria em uma excursão turística convencional. Atravessam paisagens deslumbrantes, vilinhas que parecem ter parado no tempo. Nelas, veem-se vestígios de uma cultura própria, com nuances que passam despercebidas nas grandes cidades.

Sem contar as paradas em hospedagens de luxo, em endereços das redes Hilton, Hyatt, Crowne Plaza e Sheraton. E nem será preciso se preocupar com o idioma: os profissionais que acompanharão o grupo falam português e espanhol, e a guia é brasileira. O grupo terá, ao todo, vinte turistas brasileiros.

De Chicago a Estocolmo, passando pela Transiberiana

Mapa Volta ao Mundo de Trem © Veja SP Mapa Volta ao Mundo de Trem

Como falei lá em cima, o roteiro começa em Chicago. De lá, todos vão de trem até Salt Lake City, ainda nos Estados Unidos. E, então, segue-se para o Canadá, até as Montanhas Rochosas. O trajeto passa por Banff, Kamloops e Vancouver, de onde sai o voo rumo a Pequim, na China. Os passageiros embarcam no comboio novamente, a caminho de Erlian, ainda em território chinês, onde embarcam no trem transiberiano, um dos pontos altos da viagem.

Sonderzugreise “Zarengold”: Pequim, na China: uma das paradas © Veja SP Pequim, na China: uma das paradas Trem Transiberiano – Lago Baikal 2: O trem transiberiano: sete cidades russas © Veja SP O trem transiberiano: sete cidades russas

Nesse comboio luxuoso, os viajantes rumam a Ulaanbaatar, na Mongólia e, depois, até a Rússia. Em território russo, passam por Ulan Ude, Irkutsk, Novosibirski, Ecaterimburgo, Cazã, Moscou e São Petersburgo. Durante o trajeto, será possível observar o Deserto de Gobi e os Montes Urais.

Em São Petersburgo, troca-se de trem e a viagem segue para Helsinque, na Finlândia, onde o comboio será trocado por um cruzeiro em navio de luxo, até Estocolmo, na Suécia, parada final. Serão, no total, 21 000 quilômetros percorridos, com paradas e hospedagens em quase todas as cidades. E aí, vai encarar?

Estocolmo, na Suécia: parada final

SERVIÇO

Volta ao mundo de trem

Quando: de 8 de setembro a 5 de outubro

Cidades percorridas: 17, em três continentes (América do Norte, Ásia e Europa)

Quem leva: TT Operadora

Quanto custa: 27 900 euros (pacote do trem), mais 7 000 reais de passagem aérea (São Paulo – Chicago e Estocolmo – São Paulo), em média

Mais informações: 4878-1085 e http://www.voltaaomundodetrem.com.br

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