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Éder deu-nos o Europeu mas ficou sem a medalha

Logótipo de Adeptos de Bancada Adeptos de Bancada 11/07/2018 Elson Correia
© Fornecido por Adeptos de Bancada

Em entrevista à TVI, Éder recordou o mágico dia 10 de julho, em que fez o golo que eu o Europeu à nossa Seleção. São muitas as memórias e os sentimentos que invadem o avançado português ao relembrar esse dia. No entanto tem um lamento: é que já não tem a medalha de campeão.

"Tinha a medalha bem guardada, mas assaltaram a minha casa e roubaram a medalha. Ficam as memórias, as emoções, todos os momentos que vivi em campo, os meus colegas, os portugueses a celebrarem. Ainda hoje essas memórias estão muito presentes", afirmou.

Abordando o Mundial 2018, Éder não esconde que ficou um pouco triste quando foi riscado das escolhas de Fernando Santos para a competição. O jogador considera que a prestação portuguesa foi positiva.

"Fiquei um pouco triste, é normal. Todos os jogadores têm vontade de estar presentes e quando não são chamados fica um sentimento um pouco amargo. É normal, só podem ser escolhidos 23. A seleção deu tudo e podíamos ter chegado mais além, sobretudo no jogo com o Uruguai, em que dominámos", referiu.

Éder também tem uma palavra a dizer sobre o França-Bélgica, da meia-final do Mundial.

"A minha mulher é belga e tem uma equipa muito interessante", concluiu.

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