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A evolução do Sporting e de Jorge Jesus, com uma crítica apontada pelo próprio

Logótipo de Zerozero.pt Zerozero.pt 16/12/2017 Hugo Filipe Martins
A evolução do Sporting e de Jorge Jesus, com uma crítica apontada pelo próprio © zerozero.pt - Catarina Morais / Kapta + A evolução do Sporting e de Jorge Jesus, com uma crítica apontada pelo próprio

Na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Portimonense, Jorge Jesus analisou a evolução do Sporting e a proximidade do título de campeão nacional, assim como a sua evolução enquanto treinador à passagem dos anos.

«O Sporting, no meu primeiro ano, esteve perto de ser campeão porque foi até maio a disputar a liderança. Ninguém está perto de ser campeão porque na primeira volta está em primeiro. Neste caso, o Sporting está no topo da classificação, mas não está perto de ganhar nada, neste momento ainda não. Está a competir com os melhores e está entre os melhores. O que melhorou no Sporting? O treinador, porque quantos mais anos se tem disto, mais experiência se tem e isso é sinónimo de conhecimento. A estrutura que o Sporting tem desenvolvido tem melhorado muito, todas as pessoas que envolvem o clube, sem ser jogadores, mesmo perdendo alguns jogadores para os rivais, porque senão ainda estávamos mais fortes. Estamos a construir, ao longo deste tempo, uma equipa muito forte que no primeiro ano, com 86 pontos não foi campeã. Ainda estou para perceber isso. Ao longo destes anos, o Sporting tem vindo a reforçar a sua equipa. Uma equipa e um treinador fazem-se ao longo do segundo para o terceiro ano, se não perder jogadores, isso dá possibilidades de fazer uma excelente equipa», analisou.

Sobre a sua evolução, Jorge Jesus explicou o que tem feito ao longo do tempo e enumerou alguns erros enquanto técnico de futebol.

«Eu não tenho evoluído só no Sporting, tenho evoluído em todas as equipas que tenho trabalhado. Um treinador todos os anos está a evoluir, desde que seja um treinador criativo. Há treinadores que não o são, aqueles que têm capacidade para criar estão sempre a evoluir. Não tenho dúvida nenhuma que me sinto muito mais treinador ano após ano. Também é verdade que quem faz que sejas melhor treinador são os jogadores, a qualidade de um treinador passa pela forma como consegues escolher e potencializar jogadores. Sinto que, às vezes, exagero porque quero fazer de um jogador mais que aquilo que ele é e eu acredito que sou capaz de fazer, às vezes exagero e erro. A minha forma de trabalhar tem feito que os jogadores se valorizem. Temos de ter tempo para fazer isto tudo, este é o terceiro ano. Tive o privilégio de poder, ao longo destes três anos, escolher e analisar uma equipa que está forte e estaria muito mais forte se no caminho não me tivessem levado alguns», abordou.

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