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André Horta: o «problema» chamado Pizzi e a hipótese de ser a contratação «mais cara» do Braga

Logótipo de Zerozero.pt Zerozero.pt 16/05/2018 Redação
André Horta: o «problema» chamado Pizzi e a hipótese de ser a contratação «mais cara» do Braga © Catarina Morais / Kapta + André Horta: o «problema» chamado Pizzi e a hipótese de ser a contratação «mais cara» do Braga

Esta temporada André Horta esteve emprestado pelo Benfica ao Braga. Como justificação para essa mudança, o médio explicou que não era das primeiras opções de Rui Vitória e que, tendo no início da época apenas 20 anos, precisava de jogar para se continuar a desenvolver.

«Na pré-época do Benfica pouco tinha jogado e o treinador explicou-me a sua ideia. Ia ser, provavelmente, quinta ou sexta opção num meio-campo em que jogávamos com dois médios. Isso sem contar com o João Carvalho, que era aposta. Ia acontecer o mesmo que na época anterior, em que nem para o banco ia e não queria isso para mim. Sentia que precisava de jogar, porque tinha confiança no meu futebol e se jogasse teria rendimento», revelou o jogador em entrevista ao jornal A Bola.

O médio contrariou também algumas teorias de que teria tido problemas com o treinador e assegurou: «O único problema no Benfica, no ano passado, e digo-o com um sorriso de felicidade porque é um problema bom, foi um senhor chamado Pizzi, que fez uma super-época!»

Terminada está a aventura nos encarnados, apesar de o Benfica nunca ser «um capítulo encerrado» para o jogador. Na próxima época, André Horta vai atuar ao serviço do Los Angeles FC, que pagou quase seis milhões de euros pelo seu passe, mas a possibilidade de permanecer em Braga esteve em cima da mesa. Os bracarenses tinham preparada uma grande oferta pelo médio de 21 anos, só que este preferiu a mudança para o continente americano.

«Posso com todo o à-vontade dizer que ia ser o jogador mais caro da história do Braga. Coube-me mim decidir e quando se decide por um lado, o outro lado fica um pouco chateado. Optei pelos Estados Unidos. Não falhei com o Braga, o presidente sabia da proposta. Inclusive disse-lhe que chegou um pouco tarde, porque se me queria mesmo podia ter feito as coisas de forma mais antecipada. Antes de ligar fiz questão de ligar ao António Salvador. Não ficou muito contente, mas tomei a opção que considerei melhor para mim», afirmou o médio.

Sobre a mudança para a MLS com apenas 21 anos de idade, André Horta revelou que essa decisão teve a ver com o projeto e não com questões monetárias, considerando que vai poder evoluir ao jogar na liga americana.

«Não me deixei levar pelo dinheiro, até porque não sou assim. Foi um projeto muito aliciante que surgiu numa altura em que jogava menos. Um clube novo, estádio novo, centro de treinos novo e condições top, ao estilo americano. Mais importante que isso, foi desejarem-me. Foram cinco meses longos, um processo que envolveu o Benfica e não foi fácil. Mas pensei bem e senti que era o momento de experimentar algo novo e que a mudança, nesta idade, seria melhor que a perspetiva de uma reforma antecipada na MLS aos 33 ou 34 anos. Sinto que vou evoluir como homem e como jogador, porque é uma liga em ascensão e conta com grandes futebolistas. Voltarei mais maduro», reiterou.

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