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Bem eliminados, a bem da VARdade

Logótipo de Zerozero.pt Zerozero.pt 18/04/2019 Duarte Monteiro
Bem eliminados, a bem da VARdade © Getty / Bem eliminados, a bem da VARdade

O Benfica tentou equilibrar-se numa linha ténue em Frankfurt mas acabou por cair da Liga Europa. A derrota por 2x0 diante do Eintracht castiga erros e alguma falta de adrenalina que o momento - e o ambiente- exigiam. Agora só resta a «prioridade» campeonato, a última porta para um título encarnado em 2018/2019.

Controlo mentiroso deu castigo

Bruno Lage recebeu ordem de expulsão aos 37 minutos, depois de protestar veementemente o lance que resultou no golo de Kostic. O Benfica «perdia» o seu líder no banco, mas em boa verdade a mensagem já não estava a passar há muito tempo. Percebeu-se que as águias não se importavam de conceder a bola ao Eintracht Frankfurt, mas acabou por se deixar «engolir» pela própria armadilha.

Se até à meia hora os estragos estavam a ser controlados, apesar de nova exibição sôfrega de Jardel e Fejsa, depois disso tornou-se perigoso (demasiado) para a baliza de Vlachodimos. Uma avalanche que cresceu depois do golo de Kostic, que ainda assim nunca devia ter acontecido. O sérvio aproveitou um erro grosseiro da equipa de arbitragem, que não assinalou um fora de jogo que um VAR (só entra na final) teria facilmente detetado.

Um abalo que colocou em causa a já de si frágil estabilidade de um Benfica amorfo e pouco preparado para a intensidade que os alemães estavam a colocar no jogo. Valeu que Rebic e Jovic não tivessem encontrado o melhor caminho para a baliza de Vlachodimos nas várias aproximações à área encarnada. O Benfica saía ferido dos primeiros 45 minutos, sobretudo porque procurou um conforto «mentiroso» num controlo defensivo que nunca foi seguro.

Melhorias, sim, mas insuficientes

Como pior era difícil, o Benfica regressou do intervalo com algumas melhorias no seu jogo. E a consequência foram duas aproximações com algum perigo à baliza de Trapp, algo que não tinha acontecido até então. Mas o lance habilidoso de João Félix acabou em canto e o passe delicioso de Samaris para Seferovic «morreu» num cabeceamento frouxo do suíço para as mãos do guardião alemão.

Havia mais bola nos pés portugueses, ainda que com pouca objetividade. Voltava a pairar um certo conforto «mentiroso», que Sebastian Rode acabou por confirmar, aos 67 minutos. O médio germânico aproveitou uma segunda bola para um remate colocado, que bateu Vlachodimos pela segunda vez. Lá se ia o conforto, o Benfica estava fora da Europa, a pouco mais de 20 minutos do final do encontro.

Batia a hora de arriscar tudo, e as alterações assim o previam. Pizzi, Salvio e Jonas foram a jogo na esperança de uma reabilitação instantânea da equipa e da eliminatória, mas a poção mágica não teve efeitos. Jogou-se com o coração até final, mas a eliminatória tinha sido perdida nos 70 minutos anteriores; e nem o remate ao poste de Salvio (84') iria mudar o destino.


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