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Ferro Rodrigues. “Não me chocaria que a final da Taça fosse feita à porta fechada ou na Vila das Aves”

Logótipo de Tribuna Tribuna 16/05/2018 Hugo Tavares da Silva

O presidente da Assembleia da República (AR) fez esta tarde uma curta declaração sobre os incidentes na academia do Sporting e afirmou que se trata de uma “situação gravíssima” que ofende os portugueses, o desporto português e o país. Ferro Rodrigues disse que a decisão sobre a realização da final da Taça de Portugal, agendada para o próximo domingo, compete à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e diz que não ficaria chocado se fosse jogada à porta fechada ou na Vila das Aves, a casa do outro finalista.

“Queria apenas dizer que não se trata de um mero caso de polícia, isto é uma situação muito grave. É uma situação gravíssima que ofende os portugueses, o desporto português e o país, pelas repercussões internacionais que já teve”, começou por dizer aos jornalistas Ferro Rodrigues.

Tribuna: Ferro Rodrigues. “Não me chocaria que a final da Taça fosse feita à porta fechada ou na Vila das Aves” © Horacio Villalobos - Corbis Ferro Rodrigues. “Não me chocaria que a final da Taça fosse feita à porta fechada ou na Vila das Aves”

“Eu quero apenas dizer, com muita firmeza, que numa situação como esta tem de haver medidas sérias e, doa a quem doer, ao nível do Sporting, FPF e Governo português, não podemos permitir acontecimentos como os de ontem.” O presidente da AR disse que os episódios de ontem correspondem a “uma perversidade autoritária e totalitária de dirigentes, em mistura com uma comunicação social fanática, que gosta de explorar até ao pus tudo o que acontece sábado e domingo nos campos de futebol, e também aquilo que são as claques ou membros de claques, organizados como grupos terroristas.”

“Tenho 68 anos de sócio do Sporting, mas não é nessa qualidade que estou aqui a falar, é na qualidade de presidente da AR. Não pode ficar impune quem deu passos decisivos para que esta situação gravíssima de ontem tivesse acontecido. Estou a falar de todos os que contribuem lamentavemente para oque tem sido o ódio, violência, fanatismo e corrupção no futebol português. Não é só num clube, são vários. É bom que as autoridades judiciais, sempre prontas para investigar e bem os políticos, que investiguem bem os dirigentes desportivos e aqueles que fazem do futebol português esta desgraça, sobretudo os que fazem do Sporting Clube de Portugal esta miséria que estamos a viver.”

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