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Árbitros em reunião de urgência para discutir agressões

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/03/2017 Ana Proença

© Octavio Passos/Global Imagens

APAF chamou esta terça-feira os núcleos à Batalha para ouvir aqueles que, a cada jornada, aumentam a lista de vítimas de atos violentos por parte de adeptos e de atletas.

Cerca de 30 árbitros e elementos dos núcleos regionais responderam ao apelo "urgente" da APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol) para discutir os 38 casos de agressões desta temporada.

Este registo recorde vergonhoso, que todas as semanas tende a aumentar, tem entre as vítimas vários menores já que uma grande parte das agressões teve lugar em jogos das camadas jovens de futebol e de futsal.

Árbitros da primeira categoria também compareceram no encontro que decorreu, esta terça-feira à noite, no auditório municipal da Batalha: um deles é Manuel Mota (AF Braga), que já por diversas vezes teve o património danificado por supostos adeptos.

A APAF defende que jogos sem policiamento - que deixou de ser obrigatório, em 2012 - são um risco para os árbitros, porque as "mentalidades" não dispensam a proteção de quem tem de decidir.

Esse será um cenário para o futuro, mas, no imediato, torna-se necessário garantir a segurança no presente, também para preservar o futuro da arbitragem, que enfrenta grandes dificuldades para seduzir jovens para esta atividade, cada vez mais de alto risco.

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