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Óbito/Liu Xiaobo: Dois deputados de Macau pedem continuação de luta em defesa da democracia

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/07/2017 Administrator

Dois deputados de Macau pediram hoje aos chineses que continuem a lutar em defesa da democracia e dos direitos humanos, depois da morte do dissidente chinês Liu Xiaobo na quinta-feira.

Ng Kuok Cheong e Au Kam Sam, da União para o Desenvolvimento Democrático de Macau, usaram o período de intervenções antes da ordem do dia para manifestar consternação pela morte do ativista pró-democracia chinês e Nobel da Paz.

As posições de Liu Xiaobo são no sentido do "progresso do Estado para que os cidadãos sejam livres" e os chineses "devem lutar por este objetivo", declarou Ng Kuok Cheong.

O deputado Au Kam Sam considerou a morte de Liu Xiaobo um "retrocesso na luta pela democracia e direitos humanos" na China, e apelou para que esse combate continue na China.

Ng Kuok Cheong pediu também a libertação da mulher do dissidente, Liu Xia, em prisão domiciliária desde 2010 sem qualquer acusação formal, sublinhando não estar em causa com esta posição qualquer "inimizade em relação ao governo central" da China.

O vice-presidente da Assembleia Legislativa e deputado eleito por sufrágio indireto Lam Heong Sang advertiu os parlamentares de que não podem aproveitar o período anterior à ordem do dia para abordar questões relativas à China, em respeito da Lei Básica de Macau e do princípio "um país, dois sistemas".

O dissidente chinês Liu Xiaobo morreu na quinta-feira aos 61 anos, na província de Liaoning, onde o Nobel da Paz de 2010 estava hospitalizado com cancro do fígado.

Liu Xiaobo esteve detido mais de oito anos por subversão.

Foi o primeiro Prémio Nobel a morrer privado de liberdade desde o pacifista alemão Carl von Ossietzky, que morreu em 1938 num hospital quando estava detido pelos nazis.

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