Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Óbito/Liu Xiaobo: Trump envia condolências pela morte de Nobel da Paz

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/07/2017 Administrator

A Casa Branca transmitiu, na quinta-feira, um breve comunicado em que transmitiu a tristeza de Donald Trump perante a morte do ativista Liu Xiaobo.

"As sentidas condolências do Presidente foram dirigidas à mulher de Liu Xiaobo, Liu Xia, e à sua mulher e amigos", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.

Os Estados Unidos apelaram ao Governo chinês que deixasse o Prémio Nobel da Paz e ativista pela democracia receber assistência médica num local à sua escolha. Mas a China considera este tipo de pedidos como uma interferência nos seus assuntos e entende que Liu é um criminoso.

O comunicado da Casa Branca não faz qualquer crítica à China ou ao caso de Liu.

Liu Xia continua em prisão domiciliária.

Antes de Trump, a morte de Liu Xiaobo, aos 61 anos, foi assinalada pelo chefe da diplomacia norte-americana, que o recordou como alguém que dedicou a vida à procura da justiça e da liberdade, mas também de um ideal de humanidade.

"Liu Xiaobo dedicou a sua vida ao melhoramento do seu país e da humanidade, e à procura da justiça e da liberdade", referiu o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, num comunicado, divulgado poucas horas depois do anúncio da morte do dissidente chinês e Nobel da Paz.

Liu Xiaobo, primeiro chinês a ser distinguido com o Nobel da Paz, morreu num hospital de Shenyang, nordeste da China, vítima de cancro do fígado.

O dissidente, que cumpria há mais de oito anos uma pena de 11 por "subversão", foi libertado condicionalmente no final de maio da prisão, dias depois de lhe ter sido diagnosticado o cancro em fase terminal, e transferido para o hospital.

No mesmo comunicado, o secretário de Estado dos Estados Unidos exortou as autoridades chinesas a libertarem a mulher do dissidente, Liu Xia, colocada em prisão domiciliária pouco tempo depois de Liu Xiaobo ter sido distinguido em 2010 com o Nobel da Paz.

"Exorto o governo chinês a libertar Liu Xia da prisão domiciliária e a permitir que ela possa sair da China, de acordo com o seu desejo", referiu o representante dos Estados Unidos.

Ainda sobre a "trágica morte" de Liu Xiaobo, o secretário de Estado norte-americano frisou que, ao lutar pela liberdade, igualdade e o direito constitucional na China, o dissidente "incorporou o espírito humano que o Prémio Nobel distingue".

"Na sua morte, ele apenas reafirmou a escolha do Comité Nobel", concluiu.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon