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"A única coisa que me separou do City foi a minha palavra"

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/10/2017 Francisco Sebe

Kaká recuou a 2009, ano em que esteve muito perto de trocar o Milan pelo clube inglês.

© USA Today Sports

Kaká foi um dos alvos prioritários do Manchester City, em janeiro de 2009, altura em que a era do sheikh Mansour estava a dar os primeiros passos e, segundo o internacional brasileiro, a transferência para Inglaterra só não aconteceu porque... não quis.

"As negociações foram muito longe. A única coisa que me separou do City foi a minha palavra. Chegou a um ponto em que a verba e os salários estavam definidos. O valor que ia receber era muito mais elevado do que auferia no Milan. Dei por mim a pensar na minha hipotética vida em Inglaterra, em como iria ser. (...) Acabei por decidir que não era a melhor altura para me mudar para o City, porque ainda havia muita incerteza em redor da construção do plantel", contou Kaká, que, seis meses depois, acabaria por assinar pelo Real Madrid, a troco de 65 milhões de euros.

O médio-ofensivo, de 35 anos, representa atualmente o Orlando City, dos Estados Unidos. Em 2017, leva seis golos marcados em 22 partidas.

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