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A condição de Jorge Jesus para ficar em Alvalade

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/05/2017 Rui Trombinhas

Almoço do treinador com o presidente marcado para ontem foi adiado por motivos familiares do segundo. JJ quer voltar a decidir a composição do plantel. Sem isso, é o fim da sua passagem por Alvalade

O encontro ainda não aconteceu e tudo continua por resolver, mas já há uma certeza: Jorge Jesus está mais aberto que nunca à possibilidade de deixar o Sporting caso Bruno de Carvalho se mantenha intransigente na vontade de reduzir o investimento e incrementar a aposta na formação. Ao que O JOGO apurou, treinador e presidente do Sporting tinham um almoço marcado para o dia de ontem, adiado por motivos pessoais do líder da SAD e Conselho Diretivo do emblema leonino - a filha mais velha sofreu um ferimento num pé. Assim, o futuro continua a ser um ponto de interrogação. Certa é apenas a intenção do treinador: ou fica como quer ou sai.

Jesus quer mandar para ficar

Jorge Jesus quer levar a termo o seu compromisso - válido por mais dois anos -, mas tal terá de obedecer a um conjunto de premissas às quais Bruno de Carvalho não tem sido sensível, em particular desde janeiro passado, quando o presidente decidiu alterar a estratégia. O técnico quer reaver e reforçar a influência e poder perdidos, seguindo o caminho por ele preconizado a todos os níveis, em particular no respeitante à construção do plantel. Contudo, o número um de Alvalade tem outros desígnios e o tempo em que ambos afinavam pelo mesmo diapasão está cada vez mais para trás, sem que sinais haja de que venha a ser retomado.

© PEDRO_ROCHA

Segundo mais informações apuradas pelo nosso jornal, ganha força a corrente de pensamento no seio da sociedade anónima de que a era Jorge Jesus está esgotada e é tempo de quebra amigável de vínculo com o técnico que conquistou três títulos de campeão em seis anos no rival Benfica, para depois chegar com estrondo a Alvalade no verão de 2015. A responsabilidade do avultado investimento feito na temporada que está prestes a terminar - que resultou num fracasso em toda a linha - é em larga parte imputada pela administração ao técnico, que sempre quis ter voz ativa nos mais diversos vetores, desde contratações até à própria política de comunicação do emblema de Alvalade.

A derrota com o Belenenses agravou um ambiente já de si pesado em torno do técnico, que ao cabo de dois anos e muitos desígnios tem para mostrar somente uma Supertaça. Por outro lado, as palavras ásperas proferidas por Bruno de Carvalho a seguir à derrota no dérbi frente aos azuis não caíram bem em Jorge Jesus, tal como O JOGO noticiou. JJ quer agora saber qual a disponibilidade de Bruno de Carvalho para lhe devolver o espaço de manobra pretendido. Sem ele, o cenário da saída pode ganhar forma definitiva.

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