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A I liga está também na agenda da Ledman

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/07/2017 Alcides Freire
Martin Lee com Pedro Proença no sorteio da I e II Ligas © Fornecido por O jogo Martin Lee com Pedro Proença no sorteio da I e II Ligas

A Ledman Group pagou quatro milhões de euros à Liga pelo "naming" do campeonato do segundo escalão, por quatro anos e meio. É mais do que a prova angariara na última década.

Um ano e meio depois de um investimento que salvou da falência a II Liga, Martin Lee, fundador do Ledman Group, está contente com o investimento e cada vez mais convicto do "modelo de negócio" com o qual pretende fazer crescer o nome da marca e o futebol chinês. O ruído das acusações de corrupção que acompanham a modalidade ao mais alto nível, em Portugal, não o incomoda. Nesse capítulo, o empresário fala como presidente do clube que fundou na quarta maior cidade da China. No Shenzhen, a cultura futebolística é incipiente, mas Martin Lee já aprendeu a resposta politicamente correta, quando se trata de disfarçar o mal-estar com os árbitros. "É assim em todo o lado", sorri.

Numa viagem de dois dias a Portugal, Martin Lee formalizou um contrato com a Académica e assistiu ao sorteio das ligas profissionais. Partiu a seguir, mas as relações comerciais estão para ficar. "A curto prazo, continuaremos concentrados em Portugal. Daqui a dois ou três anos, não sei. Mas, por agora, será Portugal." O horizonte não se limita à II Liga. Quando se lhe falou em parcerias no escalão principal, sorriu e deixou a conversa em aberto. "Não. Ainda não", atirou, enquanto posava junto ao troféu da II Liga, que tem o nome da Ledman.

ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO E-PAPER

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