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A lenda Dasaev analisa Rui Patrício e Claudio Bravo

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/06/2017 Alcides Freire
Rui Patricio © Jorge Amaral Rui Patricio

E se a diferença no Portugal-Chile for feita pelos guardiões? Ex-URSS não consegue escolher

São os craques mais badalados antes do Portugal-Chile: Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva, Quaresma, Nani e André Silva, do lado português; Alexis Sánchez, Vidal, Vargas e Medel, na metade do tabuleiro ocupada pelos chilenos. Somos então empurrados para diante; paramos em frente às balizas e perguntamos: e se estiver ali, entre os postes, o fator diferenciador da primeira meia-final desta edição da Taça das Confederações? Rui Patrício ou Claudio Bravo, quem poderá ser mais influente? Neutral, toma a palavra uma velha glória da ex-União Soviética, Rinat Dasaev: "São dois guarda-redes de grande qualidade, é complicado escolher um. Não sei dizer qual deles fará melhor, mas estou certo de que podem ser muito importantes, eventualmente decisivos, com as suas defesas, para aquilo que as suas equipas ambicionam", diz, num rápido contacto com O JOGO, o ex-guardião - que disputou três campeonatos do mundo pela URSS e que, na década de 1980, representou o Sevilha -, avesso a entrevistas.

Pedimos-lhe para alargar a análise e apontar, de forma objetiva, qual das seleções poderá ter mais argumentos, agora, para inclinar o campo a seu favor, mas Dasaev não arrisca muito. "São duas equipas muito fortes, isso diz tudo", defende o antigo guardião, explicando a superficialidade: "Tivemos aqui vários jogos em poucos dias, vários jogadores foram utilizados, é complicado dizer como vão jogar agora e o que vai acontecer. Mas são fortes, isso é certo."

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