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ACNUR pede à RDCongo para garantir proteção de refugiados

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/09/2017 Administrator

O Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) instou hoje o Governo da República Democrática do Congo (RDC) a garantir a proteção de refugiados e requerentes de asilo.

O pedido surge depois de o exército da RDC ter matado pelo menos 39 refugiados do Burundi durante um protesto na sexta-feira.

Morreram homens, mulheres e uma criança, assim como um soldado, e ficaram feridas 94 pessoas, entre os quais seis militares, indicou o ACNUR num comunicado.

"Esta é uma estratégia devastadora. Nunca deveria ter acontecido", disse o alto-comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandi, referindo com agrado o facto de a RDC ter anunciado uma investigação oficial.

O ACNUR enviou no próprio dia uma equipa para a zona do incidente para ajudar a tratar dos feridos, 57 dos quais, com ferimentos graves, foram transferidos para as cidades de Goma e Bukavu.

O incidente ocorreu em Kamanyola, na província do Kivu do Sul, quando um numeroso grupo de refugiados se concentrou para exigir a libertação de quatro compatriotas detidos por alegadamente fabricarem armas e os soldados tentaram dispersar os manifestantes.

A equipa do ACNUR no terreno disse que a "situação é tensa", com mais de 2.400 cidadãos do Burundi a procurarem proteção perto da base da missão da ONU na RDC (MONUSCO) em Kamanyola.

Alguns refugiados pediram para serem transferidos para outra zona do país, estando o ACNUR a trabalhar com as autoridades locais para encontrar uma solução.

A RDC acolhe mais de 43.700 refugiados que vieram do Burundi desde 2015.

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